Mundo
Guarda-redes preso por homicídio quer regressar ao futebol
O caso de Bruno Souza é bem conhecido no Brasil. Um dos maiores guarda-redes do Brasileirão, que jogava no Flamengo, foi preso e condenado pelo homicídio de Eliza Samudio, sua amante e mãe do seu filho, em 2010. De uma pena de 22 anos, Bruno cumpriu apenas sete. Agora em liberdade, o guardião brasileiro quer voltar ao futebol e já está em contacto com vários clubes.
Depois de sete anos preso, Bruno Souza foi libertado depois de ao seu processo ter sido aplicado um recurso. Os media brasileiros relataram que o jogador e a família festejaram a saída do antigo jogador da prisão, e agora, o antigo guarda-redes do Flamengo pretende regressar ao futebol.
Bruno Souza tem 32 anos e ainda se encontra com a idade necessária para voltar a jogar em alta competição. O guardião tem treinado a forma na prisão e o agente do jogador afirmou que o guarda-redes tem apenas um obstáculo no caminho para regressar ao futebol.
Não se trata de contestação popular, uma proibição formal ou questões parlamentares que mantém Bruno fora dos relvados. De acordo com o agente do jogador, o guardião ainda não está totalmente em forma para ir a jogo. "Dêem-lhe apenas algumas semanas", declarou o agente de Bruno Souza.
Apesar de todo o caso mediático em que o guarda-redes se viu envolvido e pelo qual foi condenado (depois de confessar o envolvimento no homicídio da amante), existem vários clubes brasileiros que estão dispostos a abrir portas ao jogador brasileiro.
Esta atitude do futebol brasileiro em colocar de parte as ações do jogador fora dos campos estão a levantar questões morais. O The Guardian diz que, de facto, o futebol já não é um lugar propenso a difundir os melhores valores, mas deixar que um guarda-redes acusado e condenado por homicídio volte aos relvados parece indiciar o fim do mundo tal como o conhecemos.
O caso de Eliza Samudio
O caso remonta a 2010, quando o guarda-redes Bruno, então jogador do Flamengo e um dos mais requisitados jogadores do Brasil, foi detido por suspeita de ter assassinado a amante Eliza Samudio. De acordo com a investigação, o jogador havia conhecido a modelo numa orgia em caso de um colega de equipa ainda em 2008.
O caso ganha novos contornos quando Eliza anunciou estar grávida do jogador. Bruno Souza sempre recusou a paternidade do filho da modelo e mesmo depois do nascimento da criança, o guarda-redes do Flamengo negou sempre ser o pai.
Em junho de 2010, a modelo deu a conhecer a um grupo de amigas que ia encontrar-se com Bruno Souza para falar com o guarda-redes. Depois de chegar à casa do jogador em Minas Gerais, a modelo deixou de estar contactável. Um primo de Bruno, dias depois do deparecimento de Eliza Samudio, confessou ter feito parte do grupo que matou a modelo.
De acordo com o familiar do antigo jogador, um amigo de Bruno, conhecido como 'Bola', matou Eliza Samudio por asfixia, esquartejando-a, dando os restos mortais da modelo a rottweillers. Bruno e um grupo de amigos acabaram por ser presos e condenados pelo homicídio de Eliza, já depois de o antigo jogador do Flamengo ter confessado o envolvimento no desaparecimento da amante.
Bruno cumpriu sete anos da pena de 22 anos imposta pelo tribunal brasileiro e agora, enquanto o seu processo está em reavaliação, o jogador pretende regressar aos relvados.
Bruno Souza tem 32 anos e ainda se encontra com a idade necessária para voltar a jogar em alta competição. O guardião tem treinado a forma na prisão e o agente do jogador afirmou que o guarda-redes tem apenas um obstáculo no caminho para regressar ao futebol.
Não se trata de contestação popular, uma proibição formal ou questões parlamentares que mantém Bruno fora dos relvados. De acordo com o agente do jogador, o guardião ainda não está totalmente em forma para ir a jogo. "Dêem-lhe apenas algumas semanas", declarou o agente de Bruno Souza.
Apesar de todo o caso mediático em que o guarda-redes se viu envolvido e pelo qual foi condenado (depois de confessar o envolvimento no homicídio da amante), existem vários clubes brasileiros que estão dispostos a abrir portas ao jogador brasileiro.
Esta atitude do futebol brasileiro em colocar de parte as ações do jogador fora dos campos estão a levantar questões morais. O The Guardian diz que, de facto, o futebol já não é um lugar propenso a difundir os melhores valores, mas deixar que um guarda-redes acusado e condenado por homicídio volte aos relvados parece indiciar o fim do mundo tal como o conhecemos.
O caso de Eliza Samudio
O caso remonta a 2010, quando o guarda-redes Bruno, então jogador do Flamengo e um dos mais requisitados jogadores do Brasil, foi detido por suspeita de ter assassinado a amante Eliza Samudio. De acordo com a investigação, o jogador havia conhecido a modelo numa orgia em caso de um colega de equipa ainda em 2008.
O caso ganha novos contornos quando Eliza anunciou estar grávida do jogador. Bruno Souza sempre recusou a paternidade do filho da modelo e mesmo depois do nascimento da criança, o guarda-redes do Flamengo negou sempre ser o pai.
Em junho de 2010, a modelo deu a conhecer a um grupo de amigas que ia encontrar-se com Bruno Souza para falar com o guarda-redes. Depois de chegar à casa do jogador em Minas Gerais, a modelo deixou de estar contactável. Um primo de Bruno, dias depois do deparecimento de Eliza Samudio, confessou ter feito parte do grupo que matou a modelo.
De acordo com o familiar do antigo jogador, um amigo de Bruno, conhecido como 'Bola', matou Eliza Samudio por asfixia, esquartejando-a, dando os restos mortais da modelo a rottweillers. Bruno e um grupo de amigos acabaram por ser presos e condenados pelo homicídio de Eliza, já depois de o antigo jogador do Flamengo ter confessado o envolvimento no desaparecimento da amante.
Bruno cumpriu sete anos da pena de 22 anos imposta pelo tribunal brasileiro e agora, enquanto o seu processo está em reavaliação, o jogador pretende regressar aos relvados.