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Guiné Equatorial tem perspectivas de entrar para a CPLP apesar das violações dos direitos humanos
A Guiné Equatorial vai participar na Cimeira da CPLP, que arranca esta quinta-feira em Lisboa, com o estatuto de país observador e com a perspectiva de vir a entrar para o grupo. A Guiné Equatorial é referenciada pelas associações de defesa dos direitos humanos como repressora dos opositores ao Governo e como um país onde grassa a corrupção. O presidente Teodoro Nguema chegou ao poder através de um golpe de Estado em 1979 e mantém-se no poder há 30 anos. Confrontado pela Antena 1 com esta situação, o secretário-executivo da CPLP afirma que a organização não julga aquilo que os seus países-membros fazem. Um trabalho do jornalista João Rosário.