Ponto de situação
As pessoas foram retiradas desde madrugada por nacionalidades e sob fortes medidas de segurança para conter qualquer risco de contágio, como relatou há pouco a ministra da saúde de Espanha.
OMS recomenda 42 dias de quarentena mas decisão é de cada país
É um "conselho claro", mas a OMS "aconselha os países, não impõe", e cada país adotará os protocolos que entender mais pertinentes, sublinhou.
Tedros Adhanom Ghebreyesus admitiu que "há riscos" caso não sejam feitas quarentenas, mas insistiu em que a OMS não força nenhum país a seguir "uma proposta".
Países como Espanha, Reino Unido ou França anunciaram que os respetivos cidadãos que estavam no cruzeiro vão cumprir quarentenas, enquanto outros, como os Estados Unidos, admitiram não adotar esse tipo de medida.
(LUSA)
Hantavírus. Passageiros dos EUA já foram retirados
Os passageiros dos Estados Unidos já estão a ser retirados. Vão agora ser levados para o Nebraska, onde ficarão em isolamento e serão sujeitos a avaliação.
Desembarque do MV Hondius decorre até segunda-feira
A operação de desembarque do navio onde surgiram casos de hantavírus só deverá terminar amanhã. As pessoas estão a ser retiradas desde madrugada por nacionalidades. Em Tenerife, são muitas as medidas de segurança para conter qualquer risco de contágio.
94 pessoas de navio repatriadas desde Tenerife em oito voos
Passageiros norte-americanos devem ser os próximos a ser retirados
Francês retirado do cruzeiro afetado por hantavírus com sintomas no voo
“Ele apresentou sintomas no avião de repatriação”, informou. “Estes cinco passageiros foram imediatamente colocados em isolamento rigoroso até nova ordem, estão a receber cuidados médicos e serão submetidos a testes e a um exame de saúde”, acrescentou.
Além disso, o governo vai aprovar “ainda esta noite” um decreto para implementar as medidas de isolamento adequadas a estes casos de contacto.
(Lusa)
76 pessoas já retiradas de navio e repatriadas a partir de Tenerife
Desembarque em Tenerife. Papa agradece ao Governo espanhol
O Papa Leão XIV agradeceu às autoridades e à população espanhola por ter acolhido o navio cruzeiro MV Hondius. Na missa de domingo, o Papa recorda que irá visitar as ilhas Canárias no próximo mês. Será a primeira visita a território espanhol.
Pneumologista assegura que hantavírus é muito conhecido e menos contagioso que coronavírus
O risco de contágio por hantavírus é também menor porque há muito mais conhecimento, comparativamente ao que havia quando surgiu a covid-19.
Sobre os casos no cruzeiro que está a desembarcar em Tenerife, o diretor de Pneumologia do Hospital de São João, acredita que a maioria tenham sido infetados diretamente pelo animal transmissor.
Britânicos retirados do barco serão levados para o Reino Unido
No porto de Tenerife, onde está a decorrer o desembarque do MV Hondius, estão várias autoridades e equipas consulares. O embaixador do Reino Unido em Madrid considera que a operação "está a correr muito bem".
O embaixador britânico, juntamente com outras autoridades, aguarda a retirada dos passageiros britânicos, que serão deportados posteriormente para Manchester.
"São 20 britânicos que vão sair do barco e depois, com toda a ajuda das autoridades locais, vão entrar no avião e seguem para o Reino Unido".
Avião que trazia de volta os franceses pousou perto de Paris
Os cinco passageiros do navio de cruzeiro serão agora transferidos para o Hospital Bichat, em Paris, onde ficarão em quarentena por 72 horas para uma avaliação completa.
Associação de Médicos de Saúde Pública admite otimismo mas não esconde que ainda há "incertezas"
Agora as pessoas serão acompanhadas, o que diminui o risco para a saúde das próprias e para eventuais contágios.
"Isto agora é um jogo de espera. A incubação deste vírus é longa (...). E para um período de incubação longo, isto em termos de Saúde Pública tem uma consequência: é mais fácil controlar os contactos, é mais fácil identificá-los, porque a doença não se multiplica de uma forma tão rápida; mas temos de esperar".
O presidente da organização admite que os profissionais de saúde estão otimistas, mas não esconde que "ainda há incertezas".
Ponto de situação
A operação de desembarque e repatriamento dos passageiros prossegue durante o dia de hoje e até segunda-feira. O Governo espanhol disse que está a decorrer com toda a normalidade e com todas as medidas de segurança.
Os primeiros a ser retirados foram os cidadãos espanhois. Durante a tarde devem também seguir para os países de origem os passageiros turcos, holandeses e norte-americanos.
Quando chegarem têm de fazer uma quarentena obrigatória de 42 dias.
Passageiros espanhóis chegam a Madrid
Cidadãos britânicos a bordo devem regressar ainda hoje ao Reino Unido
Cidadãos dos Países Baixos já desembarcaram
Hantavírus. Ministra da Saúde de Espanha sublinha êxito da operação de desembarque
A ministra da Saúde de Espanha sublinhou o êxito da operação e afastou as polémicas entre o governo regional e o governo de Madrid.
OMS diz que não são esperadas mais vítimas mortais
Pedro Sánchez diz que governo espanhol “está a fazer o que deve fazer”
El Gobierno de España está haciendo lo que debe hacer:
— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) May 10, 2026
1. Garantizar la salud pública de canarios y canarias
2. Proteger a los españoles que están en el crucero
3. Ayudar a los países europeos con ciudadanos a bordo
Con rigor científico, transparencia, lealtad institucional y… pic.twitter.com/KJ1HoED0V7
Hantavírus. Espanhóis foram os primeiros a abandonar o navio
Começou na manhã deste domingo a operação de desembarque de cerca de uma centena de passageiros do navio cruzeiro Hondius, onde surgiu um surto de hantavírus.
Franceses já estão no aeroporto
Franceses são afinal próxima nacionalidade a sair do navio
"Gravidade do caso justifica a quarentena". O que provoca este hantavírus?
A infeciologista Margarida Tavares ajuda a compreender a forma como esta doença por hantavírus se manifesta e os contornos da operação de repatriamento conduzida este domingo a partir de Tenerife.
Cidadãos espanhóis já foram todos retirados. Próximos são passageiros para voo rumo aos Países Baixos
Primeiro autocarro com passageiros já saiu do porto de Tenerife rumo ao aeroporto
Há mais autocarros a serem preparados.
Já começou o desembarque dos passageiros
Primeiros passageiros a sair serão os 14 espanhóis
Os cidadãos espanhóis vão ser levados para um hospital militar em Madrid. Ana Romeu, jornalista da RTP, está a acompanhar toda a operação.
Operação deve decorrer entre hoje e amanhã à tarde
Está também isolado o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto.
O transporte neste percurso será feito em veículos militares.
O definido é que tripulantes e passageiros só saem do barco quando o avião que os vai repatriar está já preparado para descolar e são levados diretamente à pista do aeroporto.
A operação está a ser coordenada por Espanha, pelos Países Baixos, pela OMS e pelo ECDC.
Ministra da Saúde diz que toda a operação está em marcha. Todos os passageiros estão assintomáticos
Testou negativo a cidadã espanhola que apresentou sintomas
Está prevista para breve uma conferência de imprensa da ministra da Saúde de Espanha
Equipa de médicos já subiu a bordo do cruzeiro
Cruzeiro ultima a entrada no porto. Manobras podem ainda demorar uma hora
Só depois se começam a preparar a saída dos passageiros, por nacionalidades, e consoante estejam já preparados os aviões para os levar aos países de origem.
Cruzeiro MV Hondius chegou ao porto de Granadilla, em Tenerife
O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06h30 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados.
A entrada do navio foi precedida por uma lancha do porto e o cruzeiro foi seguido por um rebocador, que o estão a ajudar nas manobras de entrada e ancoragem no porto - e não atracagem, para que sejam evitada a contaminação em terra.
Assim que o MV Hondius estiver ancorado e já com a luz do sol, terá início a operação de desembarque dos passageiros e o seu transporte para o aeroporto de Tenerife Sul, a 10 quilómetros do porto.
Os primeiros a desembarcar, segundo explicou ontem a ministra da Saúde, Mónica García, serão os 14 espanhóis que viajam no navio e que serão recebidos por um avião militar espanhol na pista de aterragem do aeroporto Tenerife Sul para serem transportados para Madrid, onde ficarão em quarentena no Hospital Gómez Ulla.
Após os espanhóis, o desembarque dos passageiros será feito por nacionalidades e em grupos de cinco pessoas e já se encontram na ilha todos os aviões que os transportarão para os respetivos locais de origem, com exceção de dois que chegarão durante este domingo.
A operação deverá prolongar-se até segunda-feira, o que suscitou a rejeição do Governo das Canárias, cujo presidente, Fernando Clavijo, afirmou que o acordo previa que a operação durasse 12 horas e terminasse no final da tarde deste domingo.
Perante a recusa do Governo das Canárias e da Autoridade Portuária de Tenerife em permitir que o navio ancorasse no porto de Granadilla, foi a Direção-Geral da Marinha Mercante que emitiu uma resolução para ordenar a sua entrada na doca do porto.
A resolução foi pela diretora-geral da Marinha Mercante, Ana Núñez Velasco, e justificada em face a um risco combinado de segurança marítima e à "necessidade de assistência médica a bordo", em coordenação com diferentes organismos do Estado, segundo informaram os meios de comunicação locais de Tenerife.
O primeiro ponto da resolução impõe o acolhimento do navio, seja através de ancoragem controlada ou de atracação direta, dependendo da decisão das autoridades responsáveis pela operação sanitária.
Está previsto que os mais de 100 passageiros que seguem a bordo comecem a desembarcar pelas 08:00 mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).
Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguir para os países de origem.
Devem manter-se no navio 43 membros da tripulação, que seguirão viagem na segunda-feira até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do MV Hondius e de onde é o armador.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou no sábado que considera todas as pessoas a bordo do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus como "contactos de alto risco", devendo ser submetidas a acompanhamento durante 42 dias.
A OMS elevou para seis os casos confirmados de hantavírus ligados ao navio de cruzeiro onde foram registadas três mortes, enquanto o líder da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afastou o cenário de "uma nova covid", sublinhando que "o risco atual para a saúde pública" se mantém "baixo".
"Todas as precauções estão a ser tomadas" para desembarque de passageiros e tripulantes de MV Hondius
Está uma operação montada em Tenerife para receber, na madrugada de domingo, o navio onde surgiram casos de hantavírus. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde já está na ilha espanhola e assegurou, juntamente com o Governo de Espanha, que está tudo pronto.
Para além de ser uma doença diferente, garantiu o diretor-geral da OMS, "o Governo espanhol tomou todas as medidas para evitar qualquer problema".
Nenhuma das pessoas a bordo apresenta sintomas de doença por Hantavirus e a mulher espanhola que viajou com uma outra que veio a falecer acabou de testar negativo.
"Os cidadãos espanhóis serão os primeiros a ser retirados", admitiu Mónica Garcia, explicando que serão "levados para o hospital Gómez Ulla", onde está previsto que sejam realizado "todos os diagnósticos, todas as análises e onde terão de passar o período de quarentena".
Cidadão português seguirá no navio "MV Hondius" até aos Países Baixos
O cidadão português que está no navio com casos de hantavírus é um dos membros da tripulação que seguirá no "MV Hondius" até aos Países Baixos, sem ser repatriado a partir das Canárias, disseram hoje as autoridades portuguesas.
A Direção-Geral da Saúde disse na sexta-feira não ter conhecimento de qualquer ocupante do cruzeiro que quisesse ser recebido em Portugal e que o repatriamento das pessoas a bordo será feito para os países de residência.
Numa resposta a perguntas da agência Lusa, a DGS sublinhou que a única pessoa com nacionalidade portuguesa a bordo do navio, um elemento da tripulação, não reside em Portugal.
Estão no "MV Hondius", que esteve de quarentena em Cabo Verde, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).
O barco deverá chegar à ilha de Tenerife, no arquipélago espanhol das Canárias, na próxima madrugada.
Desembarcarão nas Canárias mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto de Tenerife, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).
C/Lusa