Mundo
Incêndio em hospital oncológico de Londres
Os pacientes do Hospital Royal Marsden foram evacuados, na tarde de quarta-feira, devido ao incêndio de grandes proporções que deflagrou no piso superior do edifício. Não se registou qualquer vítima, indicaram os bombeiros.
A evacuação começou logo após a detecção do fogo, que consumiu o telhado do edifício localizado na Fulham Road, bairro de Chelsea.
Os 79 doentes hospitalizados foram transferidos, por uma dezena de ambulâncias, para hospitais da região como o Royal Brompton e o Chelsea and Weistmeinster.
A evacuação foi facilitada porque o número de pacientes é inferior e a actividade do hospital reduzida em virtude das festas de Natal e fim de ano.
O incêndio começou na sala do sistema de ar condicionado, na parte superior de uma divisão construída em 1980. "Estamos muito treinados para evacuar as pessoas e ficaria surpreendido se os pacientes tivessem ficado feridos, mas financeiramente é um desastre", comentou o médico Peter Blake, especialista em radioterapia.
Na altura em que o incêndio deflagrou decorriam duas operações. Estas foram interrompidas.
O pessoal do hospital transportou os pacientes, enrolados em cobertores, em cadeiras de rodas ou em macas. Equipamentos médicos foram colocados na Igreja de St. Paul, localizada perto do hospital de Marsden, que serviu de abrigo de emergência.
Os bombeiros acorreram rapidamente ao local e foram necessários reforços. Inicialmente eram 40 bombeiros e oito carros, depois 75 homens e 15 viaturas e, por fim, 125 profissionais a combater as chamas.
O hospital foi fundado em 1851 por William Marsden e reclama ter sido a primeira unidade de saúde do mundo a dedicar-se à investigação e tratamento do cancro.
Os 79 doentes hospitalizados foram transferidos, por uma dezena de ambulâncias, para hospitais da região como o Royal Brompton e o Chelsea and Weistmeinster.
A evacuação foi facilitada porque o número de pacientes é inferior e a actividade do hospital reduzida em virtude das festas de Natal e fim de ano.
O incêndio começou na sala do sistema de ar condicionado, na parte superior de uma divisão construída em 1980. "Estamos muito treinados para evacuar as pessoas e ficaria surpreendido se os pacientes tivessem ficado feridos, mas financeiramente é um desastre", comentou o médico Peter Blake, especialista em radioterapia.
Na altura em que o incêndio deflagrou decorriam duas operações. Estas foram interrompidas.
O pessoal do hospital transportou os pacientes, enrolados em cobertores, em cadeiras de rodas ou em macas. Equipamentos médicos foram colocados na Igreja de St. Paul, localizada perto do hospital de Marsden, que serviu de abrigo de emergência.
Os bombeiros acorreram rapidamente ao local e foram necessários reforços. Inicialmente eram 40 bombeiros e oito carros, depois 75 homens e 15 viaturas e, por fim, 125 profissionais a combater as chamas.
O hospital foi fundado em 1851 por William Marsden e reclama ter sido a primeira unidade de saúde do mundo a dedicar-se à investigação e tratamento do cancro.