Mundo
Incêndio em Nova Iorque foi provocado por criança de três anos
As autoridades que investigam o incêndio no Bronx, nos Estados Unidos, revelaram esta sexta-feira que o incêndio foi provocado por um menino de três anos que brincava com o fogão. O fogo que deflagrou na noite de quinta-feira fez 12 vítimas mortais e pelo menos quatro feridos graves.
Aquele que é considerado o incêndios mais mortífero dos últimos 25 anos na cidade de Nova Iorque terá sido provocado por uma criança de três anos, sem supervisão parental, quando brincava com um fogão a gás.
Daniel Nigro, comissário dos bombeiros nova-iorquinos, revela que a mãe da criança deixou a porta aberta ao fugir do apartamento em chamas, permitindo que o fogo se propagasse por todo o edifício.
O responsável acrescenta que a escada do prédio "atuou como uma chaminé" e permitiu o avanço das chamas para os pisos superiores.
Entre as 12 vítimas mortais estão quatro homens, quatro mulheres, três meninas de um, dois e sete anos, e o rapaz de três anos, que não tinha ainda sido identificado. Há ainda registo de quatro feridos graves e de outros dois feridos que não correm risco de vida.
De acordo com Bill de Blasio, mayor de Nova Iorque, este foi o incêndio mais mortífero na cidade desde 25 de março de 1990, excluindo os incêndios provocados pelos atentados de 11 de setembro de 2001.
Há 25 anos, um fogo ateado num estabelecimento de animação noturna não licenciado do Bronx, situado a pouco mais de um quilómetro do local do incêndio desta quinta-feira, provocou 87 vítimas mortais.
Em 2007, um fogo provocado por um aquecedor também no Bronx fez dez vítimas mortais, das quais nove crianças.
Falhas de segurança
Pelo menos 20 pessoas foram resgatadas por escadas de incêndio e outras 12 foram retiradas do prédio pelos 170 bombeiros que estiveram no local a combater as chamas durante três horas.
O incêndio acontece numa altura do ano em que a cidade de Nova Iorque atinge temperaturas abaixo de zero, na ordem dos dez graus negativos. Muitas das pessoas que conseguiram escapar saíram do edifício com pouca roupa ou mesmo descalças, tendo sido assistidas pela Cruz Vermelha, que distribuiu cobertores no local.

O prédio onde ocorreu a tragédia localiza-se no Bronx, nos arredores de Nova Iorque, perto do Jardim Zoológico do Bronx. Foi construído em 1916 e tinha 25 apartamentos.
Registos públicos de habitação sobre este edifício citados pelo The New York Times revelam que o prédio tinha sido sinalizado por violação de regras de segurança e deficiências na resistência a incêndios, incluindo a ausência de um detetor de fumo operacional no primeiro andar do prédio, onde as autoridades acreditam que este incêndio começou.
Em entrevista à WNYC, a rádio pública de Nova Iorque, o mayor Bill de Blasio desmente esta informação, afirmando que não há, até ao momento, quaisquer indicações que apontem para possíveis problemas de construção ou violação de normas de segurança que possam ser apontados.
Daniel Nigro, comissário dos bombeiros nova-iorquinos, revela que a mãe da criança deixou a porta aberta ao fugir do apartamento em chamas, permitindo que o fogo se propagasse por todo o edifício.
O responsável acrescenta que a escada do prédio "atuou como uma chaminé" e permitiu o avanço das chamas para os pisos superiores.
Entre as 12 vítimas mortais estão quatro homens, quatro mulheres, três meninas de um, dois e sete anos, e o rapaz de três anos, que não tinha ainda sido identificado. Há ainda registo de quatro feridos graves e de outros dois feridos que não correm risco de vida.
De acordo com Bill de Blasio, mayor de Nova Iorque, este foi o incêndio mais mortífero na cidade desde 25 de março de 1990, excluindo os incêndios provocados pelos atentados de 11 de setembro de 2001.
Há 25 anos, um fogo ateado num estabelecimento de animação noturna não licenciado do Bronx, situado a pouco mais de um quilómetro do local do incêndio desta quinta-feira, provocou 87 vítimas mortais.
Em 2007, um fogo provocado por um aquecedor também no Bronx fez dez vítimas mortais, das quais nove crianças.
Falhas de segurança
Pelo menos 20 pessoas foram resgatadas por escadas de incêndio e outras 12 foram retiradas do prédio pelos 170 bombeiros que estiveram no local a combater as chamas durante três horas.
O incêndio acontece numa altura do ano em que a cidade de Nova Iorque atinge temperaturas abaixo de zero, na ordem dos dez graus negativos. Muitas das pessoas que conseguiram escapar saíram do edifício com pouca roupa ou mesmo descalças, tendo sido assistidas pela Cruz Vermelha, que distribuiu cobertores no local.
O prédio onde ocorreu a tragédia localiza-se no Bronx, nos arredores de Nova Iorque, perto do Jardim Zoológico do Bronx. Foi construído em 1916 e tinha 25 apartamentos.
Registos públicos de habitação sobre este edifício citados pelo The New York Times revelam que o prédio tinha sido sinalizado por violação de regras de segurança e deficiências na resistência a incêndios, incluindo a ausência de um detetor de fumo operacional no primeiro andar do prédio, onde as autoridades acreditam que este incêndio começou.
Em entrevista à WNYC, a rádio pública de Nova Iorque, o mayor Bill de Blasio desmente esta informação, afirmando que não há, até ao momento, quaisquer indicações que apontem para possíveis problemas de construção ou violação de normas de segurança que possam ser apontados.