Mundo
Indonésia quer converter autoestradas em pistas para aviação militar
A Força Aérea da Indonésia está a elaborar um projeto para que autoestradas com portagem possam assegurar aterragens de emergência de aeronaves, com o objetivo de garantir “porta-aviões” em cada província do país.
O ramo aéreo das Forças Armadas indonésias garantiu, em comunicado citado pela norte-americana CNN, que a finalidade do plano em curso é “fortalecer a prontidão operacional da Força Aérea”, sem comprometer a “função principal” das rodovias como “infraestrutura de transporte público”, uma vez que apenas deverão recorrer ao seu uso “como pistas alternativas em circunstâncias particulares”.
Esta semana, segundo noticiou a mesma emissora, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea do arquipélago, marechal Tonny Harjono, manifestou-se esperançoso quanto à eventual implementação do projeto em larga escala no país, admitindo a possibilidade de que pelo menos um troço de estrada em cada uma das 38 províncias da Indonésia possa servir para esse efeito.
Os detalhes do programa permanecem ainda por divulgar, sabe-se apenas que já se realizaram demonstrações de aterragens e descolagens a partir de uma estrada com portagem na província de Lampung, no extremo sul da ilha de Sumatra.Ocorridas na quarta-feira, as apresentações envolveram um caça F-16 da Força Aérea da Indonésia e uma aeronave de ataque Super Tucano, foram ambas bem-sucedidas.
O novo plano da Indonésia, além de potencializar a presença alargada de bases aéreas no território, que é o maior arquipélago do mundo, com mais de seis mil ilhas habitadas ao longo de um eixo leste-oeste com cerca de cinco mil quilómetros, representa uma poupança significativa para os cofres das Forças Armadas, tendo em conta que a construção e manutenção de navios porta-aviões pode atingir vários milhares de milhões de dólares.
As rodovias permitem ainda a aterragem de vários modelos de aeronaves, dos mais caros aos mais baratos, distinguindo-se dos porta-aviões, que apresentam maiores restrições nesse sentido, como são exemplo as aeronaves utilizadas nas demonstrações de quarta-feira, que não podem operar a partir dos navios de base aérea.
A utilização de estradas como pistas de aterragem para fins militares é algo que já se tem vindo a observar em países como Finlândia, Suécia e, em particular, nos Estados Unidos da América, que procuram atualmente tornar as suas forças aéreas menos vulneráveis a ataques da China através da dispersão de caças por uma série de ilhas no Pacífico.
Esta semana, segundo noticiou a mesma emissora, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea do arquipélago, marechal Tonny Harjono, manifestou-se esperançoso quanto à eventual implementação do projeto em larga escala no país, admitindo a possibilidade de que pelo menos um troço de estrada em cada uma das 38 províncias da Indonésia possa servir para esse efeito.
Os detalhes do programa permanecem ainda por divulgar, sabe-se apenas que já se realizaram demonstrações de aterragens e descolagens a partir de uma estrada com portagem na província de Lampung, no extremo sul da ilha de Sumatra.Ocorridas na quarta-feira, as apresentações envolveram um caça F-16 da Força Aérea da Indonésia e uma aeronave de ataque Super Tucano, foram ambas bem-sucedidas.
O novo plano da Indonésia, além de potencializar a presença alargada de bases aéreas no território, que é o maior arquipélago do mundo, com mais de seis mil ilhas habitadas ao longo de um eixo leste-oeste com cerca de cinco mil quilómetros, representa uma poupança significativa para os cofres das Forças Armadas, tendo em conta que a construção e manutenção de navios porta-aviões pode atingir vários milhares de milhões de dólares.
As rodovias permitem ainda a aterragem de vários modelos de aeronaves, dos mais caros aos mais baratos, distinguindo-se dos porta-aviões, que apresentam maiores restrições nesse sentido, como são exemplo as aeronaves utilizadas nas demonstrações de quarta-feira, que não podem operar a partir dos navios de base aérea.
A utilização de estradas como pistas de aterragem para fins militares é algo que já se tem vindo a observar em países como Finlândia, Suécia e, em particular, nos Estados Unidos da América, que procuram atualmente tornar as suas forças aéreas menos vulneráveis a ataques da China através da dispersão de caças por uma série de ilhas no Pacífico.