Mundo
Interpol emite mandado de captura contra britânica suspeita de terrorismo
A Interpol emitiu um mandado de captura contra Samantha Lewthwaite, a cidadã britânica suspeita de terrorismo, apelidada de “viúva branca” pelos media. A agência internacional de polícia disse que emitiu o “alerta vermelho” a pedido do Quénia, onde Lewthwaite é procurada por alegado envolvimento num plano para colocar bombas em estâncias turísticas.
A justiça do Quénia acusa a fugitiva britânica de posse de explosivos e conspiração para “cometer crimes”, num processo que reporta a 2011.
Samantha Lewthwaite foi citada como possível cúmplice no ataque que o grupo islamita al-Shebab levou a cabo na semana passada em Nairobi. O assalto do comando terrorista ao centro comercial Westgate provocou dezenas de mortos.
As suspeitas ganharam forma depois de um ministro queniano ter afirmado que havia uma mulher britânica entre os terroristas mas, até ao momento, não surgiram provas firmes que a britânica de 29 anos tenha estado envolvida.
Conversão ao Islão
Lewthwaite viveu grande parte da sua vida em Aylesbury, no condado de Buckingamshire. Os primeiros anos foram vividos na Irlanda do Norte, onde o pai, um soldado inglês, prestava serviço.
Quando os pais se separaram, a jovem procurou apoio emocional junto de uma família muçulmana vizinha e foi na sequencia desses contactos frequentes que, aos 15 anos, acabaria por converter-se ao Islão.
Pessoas que a conheceram na altura dizem que Samantha passou, poucos anos depois, a usar o ‘hijab’ o véu integral islâmico. Viria a casar com Germaine Lindsay, um dos bombistas suicidas que atacou a rede de transportes de Londres em 2005.
Interrogada na altura pela polícia britânica, Lewthwaite dissociou-se publicamente dos atos do falecido marido, que considerou “horrorosos” e disse que as visitas a mesquitas dominadas pro radicais tinham “envenenado “ a mente do seu esposo.
"A Viúva branca"
No entanto, logo viria a desaparecer do radar das autoridades voltando a ser vista, anos depois, no continente africano,onde frequentou meios islamitas e fez uso de diversas identidades falsas.
Os média apelidaram-na de “viúva branca” , em alusão às viúvas de combatentes tchetchenos que participaram em ações contra a Rússia para vingar as mortes dos maridos.
No que respeita ao ataque ao centro comercial no Quénia , um porta-voz do al-Shabab negou, através do twitter que o grupo tenha empregado mulheres.
“Temos homens jovens suficientes para levar a cabo estas operações e não precisamos de usar as nossas irmãs” escreveu o porta-voz do grupo radical.
Samantha Lewthwaite foi citada como possível cúmplice no ataque que o grupo islamita al-Shebab levou a cabo na semana passada em Nairobi. O assalto do comando terrorista ao centro comercial Westgate provocou dezenas de mortos.
As suspeitas ganharam forma depois de um ministro queniano ter afirmado que havia uma mulher britânica entre os terroristas mas, até ao momento, não surgiram provas firmes que a britânica de 29 anos tenha estado envolvida.
Conversão ao Islão
Lewthwaite viveu grande parte da sua vida em Aylesbury, no condado de Buckingamshire. Os primeiros anos foram vividos na Irlanda do Norte, onde o pai, um soldado inglês, prestava serviço.
Quando os pais se separaram, a jovem procurou apoio emocional junto de uma família muçulmana vizinha e foi na sequencia desses contactos frequentes que, aos 15 anos, acabaria por converter-se ao Islão.
Pessoas que a conheceram na altura dizem que Samantha passou, poucos anos depois, a usar o ‘hijab’ o véu integral islâmico. Viria a casar com Germaine Lindsay, um dos bombistas suicidas que atacou a rede de transportes de Londres em 2005.
Interrogada na altura pela polícia britânica, Lewthwaite dissociou-se publicamente dos atos do falecido marido, que considerou “horrorosos” e disse que as visitas a mesquitas dominadas pro radicais tinham “envenenado “ a mente do seu esposo.
"A Viúva branca"
No entanto, logo viria a desaparecer do radar das autoridades voltando a ser vista, anos depois, no continente africano,onde frequentou meios islamitas e fez uso de diversas identidades falsas.
Os média apelidaram-na de “viúva branca” , em alusão às viúvas de combatentes tchetchenos que participaram em ações contra a Rússia para vingar as mortes dos maridos.
No que respeita ao ataque ao centro comercial no Quénia , um porta-voz do al-Shabab negou, através do twitter que o grupo tenha empregado mulheres.
“Temos homens jovens suficientes para levar a cabo estas operações e não precisamos de usar as nossas irmãs” escreveu o porta-voz do grupo radical.