Itália. Salvini proíbe entrada de navio alemão com 101 refugiados
O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, assinou esta terça-feira um decreto para proibir a entrada de um navio humanitário alemão nas águas territoriais italianas. O navio, apelidado de Eleonore, transporta 101 refugiados resgatados da Líbia.
Yesterday, the vessel #Eleonore saved around 100 people in the #Mediterranean Sea. The rubber boat in distress was already deflating when the RHIB-crew arrived. The so-called Libyan Coastguard tried to intervene in the rescue. Eleonore is now heading north. The MMSI: 211 265 310 pic.twitter.com/A2czJ6Balq
— Seegezwitscher (@seacoverage) 27 de agosto de 2019
No entanto, a procura não tem sido fácil.Die Crew der Eleonore hat heute ganze Arbeit geleistet. Nun suchen wir einen sicheren Hafen. Die Bundesregierung habe ich gebeten, sich zu kümmern. Ich hoffe darauf, dass es gelingt, die Menschen bald an Land zu bringen.
— Claus-Peter Reisch (@ClausReisch) 26 de agosto de 2019
Gute Nacht, Freundinnen und Freunde der @SEENOTRETTUNG! pic.twitter.com/vqdL6kG9Eb
“Malta negou o fornecimento de água e comida”, escreveu o capitão, esta manhã, na rede social Twitter.
Malta verweigert uns die Belieferung mit Wasser und Nahrungsmitteln. Der für morgen früh beantragte Supply durch ein kommerzielles Schiff wurde abgelehnt. Das ist diese Stufe: man möchte offenbar, dass unsere Gäste und wir verhungern und verdursten.
— Claus-Peter Reisch (@ClausReisch) 27 de agosto de 2019
Contudo, Axel Steier revelou que, em caso de emergência, o capitão do navio tem ordens para atracar num dos portos mais próximos. A Itália e Malta devem ser os destinos mais propícios devido à localização atual do navio.
"Se o navio entrar em perigo no mar, vai navegar para um porto", garantiu Axel Steier. "Não cabe a Salvini decidir, mas sim ao capitão", assegurou.
Ainda na semana passada Malta permitiu o desembarque de 356 migrantes transportados pelo navio de salvamento Ocean Viking. Já outros cinco Estados da União Europeia também aceitaram abrir portas e receber dezenas de migrantes presos a bordo do Open Arms, um outro navio de resgate.