Mundo
Guerra no Médio Oriente
Kiev denuncia ataque massivo russo contra rede elétrica no dia de Natal
As autoridades ucranianas disseram hoje que uma enorme vaga de misséis russos danificou instalações energéticas e feriu pelo menos três pessoas, no segundo ano em que a Ucrânia celebra o Natal a 25 de dezembro.
"Desde esta manhã, o exército russo tem atacado massivamente a região de Dnipropetrovsk. O inimigo está a tentar destruir a rede eléctrica da região", disse o governador regional, Sergii Lyssak.
A companhia elétrica ucraniana, Ukrenergo, anunciou restrições ao fornecimento.
"O inimigo está novamente a atacar massivamente o sector energético. O operador da rede de transmissão está a tomar as medidas necessárias para limitar o consumo, a fim de minimizar as consequências negativas para o sistema energético", disse o Ministro da Energia ucraniano.
"Assim que as condições de segurança o permitirem, os trabalhadores do setor energético avaliarão os danos causados", acrescentou German Galushchenko, na plataforma de mensagens Telegram.
Desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, que a Rússia tem vindo a danificar a rede eléctrica da Ucrânia, bombardeando-a repetidamente e provocando cortes regulares de energia.
Um alerta aéreo está em vigor em toda a Ucrânia, numa altura em que a Força Aérea relata lançamentos de mísseis de cruzeiro russos Kalibr a partir do Mar Negro.
"Kharkiv está a ser alvo de um ataque maciço de mísseis" e "os mísseis balísticos ainda estão a dirigir-se para a cidade", escreveu o autarca desta cidade no leste do país, Igor Terekhov, no Telegram.
"O exército russo realizou pelo menos sete ataques", disse o governador regional de Kharkiv, Oleg Synegoubov, também no Telegram.
De acordo com estes dois responsáveis, pelo menos três pessoas ficaram feridas e os ataques provocaram também danos materiais.
A Força Aérea ucraniana referiu o lançamento de mísseis de cruzeiro russos, tendo como alvo as regiões de Vinnytsia (centro), Poltava (leste), Dnipropetrovsk (sudeste), Kirovograd (centro) e Cherkassy (centro).
Os ataques ocorrem no dia em que a Ucrânia, pela segunda vez na história moderna, celebra o Natal a 25 de dezembro, como no mundo ocidental, e já não a 7 de janeiro, como no calendário juliano seguido pela Igreja Ortodoxa Russa.
A mudança foi oficializada durante o verão de 2023 por uma lei promulgada pelo Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, como um sinal de desafio à Rússia.
A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 - após a desagregação da União Soviética - e que tem vindo a aproximar-se da Europa.
As negociações entre as duas partes estão bloqueadas, com Moscovo a continuar a exigir que a Ucrânia aceite a anexação de parte do seu território, e a rejeitar negociar enquanto forças ucranianas controlem a região russa de Kursk, parcialmente ocupada em agosto.
A companhia elétrica ucraniana, Ukrenergo, anunciou restrições ao fornecimento.
"O inimigo está novamente a atacar massivamente o sector energético. O operador da rede de transmissão está a tomar as medidas necessárias para limitar o consumo, a fim de minimizar as consequências negativas para o sistema energético", disse o Ministro da Energia ucraniano.
"Assim que as condições de segurança o permitirem, os trabalhadores do setor energético avaliarão os danos causados", acrescentou German Galushchenko, na plataforma de mensagens Telegram.
Desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, que a Rússia tem vindo a danificar a rede eléctrica da Ucrânia, bombardeando-a repetidamente e provocando cortes regulares de energia.
Um alerta aéreo está em vigor em toda a Ucrânia, numa altura em que a Força Aérea relata lançamentos de mísseis de cruzeiro russos Kalibr a partir do Mar Negro.
"Kharkiv está a ser alvo de um ataque maciço de mísseis" e "os mísseis balísticos ainda estão a dirigir-se para a cidade", escreveu o autarca desta cidade no leste do país, Igor Terekhov, no Telegram.
"O exército russo realizou pelo menos sete ataques", disse o governador regional de Kharkiv, Oleg Synegoubov, também no Telegram.
De acordo com estes dois responsáveis, pelo menos três pessoas ficaram feridas e os ataques provocaram também danos materiais.
A Força Aérea ucraniana referiu o lançamento de mísseis de cruzeiro russos, tendo como alvo as regiões de Vinnytsia (centro), Poltava (leste), Dnipropetrovsk (sudeste), Kirovograd (centro) e Cherkassy (centro).
Os ataques ocorrem no dia em que a Ucrânia, pela segunda vez na história moderna, celebra o Natal a 25 de dezembro, como no mundo ocidental, e já não a 7 de janeiro, como no calendário juliano seguido pela Igreja Ortodoxa Russa.
A mudança foi oficializada durante o verão de 2023 por uma lei promulgada pelo Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, como um sinal de desafio à Rússia.
A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 - após a desagregação da União Soviética - e que tem vindo a aproximar-se da Europa.
As negociações entre as duas partes estão bloqueadas, com Moscovo a continuar a exigir que a Ucrânia aceite a anexação de parte do seu território, e a rejeitar negociar enquanto forças ucranianas controlem a região russa de Kursk, parcialmente ocupada em agosto.