Mundo
Laureados com Nobel da Paz em Roma sem recepção do Papa
A XIV Cimeira Mundial dos Prémios Nobel da Paz, a decorrer em Roma, junta personalidades como Dalai Lama, Mikhail Gorbatchev, Lech Walesa e José Ramos-Horta. Inicialmente planeado para decorrer na África do Sul, o encontro acabou por dar-se em Itália, onde o Papa anunciou não receber nenhum dos laureados com o Nobel da Paz.
O Papa católico e o líder budista fizeram um apelo à paz mundial, salientando a importância da fraternidade na solução dos conflitos.A cimeira não decorre na Cidade do Cabo, mas em Roma, porque as autoridades sul-africanas negaram atribuir um visto a Dalai Lama.
Na cerimónia de abertura da Cimeira, esta sexta-feira, foi lida uma mensagem do Papa Francisco, recordando que “no coração de todos os homens e mulheres está o desejo de uma vida plena em paz”.
Dalai Lama assegurou, perante os presentes no encontro, que o mundo “precisa de educação para poder desenvolver e criar uma atmosfera feliz”. Pediu ainda que todas as pessoas se comprometam a afastar-se de discursos que contrariem os valores humanos.
"Se fazemos um esforço, há possibilidades. A vida real pode mudar. Não digam que o mundo não é real porque há uma maneira de alcançar a humanidade feliz", sublinhou o líder espiritual tibetano.
Não estando presente, na sua mensagem papal, Francisco agradeceu o esforço em promover a paz e a fraternidade por parte dos vencedores do Prémio Nobel da Paz.
O Papa Francisco exaltou, na sua mensagem, o "legado de não-violência" de Nelson Mandela, em cuja honra se celebra esta cimeira.
"O sentimento de fraternidade cresce junto com os outros" numa relação "como irmãos e irmãs", disse o líder da igreja católica, que "reza para que o presente seja renovado com um trabalho urgente para a paz no mundo".
O Sumo Pontífice da Igreja Católica agradeceu o esforço dos vencedores do Prémio Nobel da Paz em promover a paz e a fraternidade.
Papa não recebe Dalai Lama
O Papa Francisco decidiu não receber nenhum dos premiados com o Nobel da Paz, em Roma, por causa de Dalai Lama. Ainda assim, deixou uma mensagem à XIV edição desta cimeira.
"O Papa Francisco tem, evidentemente, grande estima pelo Dalai Lama, mas não vai receber nenhum dos Nobel da Paz. Vai dirigir uma mensagem em vídeo aos participantes", disse o porta-voz adjunto do Vaticano, Ciro Benedettini, citado pela France Presse.
Na base desta decisão estão a extrema suscetibilidade de Pequim em relação à questão e o risco de retaliação em relação às liberdades dos católicos na China.
Na cerimónia de abertura da Cimeira, esta sexta-feira, foi lida uma mensagem do Papa Francisco, recordando que “no coração de todos os homens e mulheres está o desejo de uma vida plena em paz”.
Dalai Lama assegurou, perante os presentes no encontro, que o mundo “precisa de educação para poder desenvolver e criar uma atmosfera feliz”. Pediu ainda que todas as pessoas se comprometam a afastar-se de discursos que contrariem os valores humanos.
"Se fazemos um esforço, há possibilidades. A vida real pode mudar. Não digam que o mundo não é real porque há uma maneira de alcançar a humanidade feliz", sublinhou o líder espiritual tibetano.
Não estando presente, na sua mensagem papal, Francisco agradeceu o esforço em promover a paz e a fraternidade por parte dos vencedores do Prémio Nobel da Paz.
O Papa Francisco exaltou, na sua mensagem, o "legado de não-violência" de Nelson Mandela, em cuja honra se celebra esta cimeira.
"O sentimento de fraternidade cresce junto com os outros" numa relação "como irmãos e irmãs", disse o líder da igreja católica, que "reza para que o presente seja renovado com um trabalho urgente para a paz no mundo".
O Sumo Pontífice da Igreja Católica agradeceu o esforço dos vencedores do Prémio Nobel da Paz em promover a paz e a fraternidade.
Papa não recebe Dalai Lama
O Papa Francisco decidiu não receber nenhum dos premiados com o Nobel da Paz, em Roma, por causa de Dalai Lama. Ainda assim, deixou uma mensagem à XIV edição desta cimeira.
"O Papa Francisco tem, evidentemente, grande estima pelo Dalai Lama, mas não vai receber nenhum dos Nobel da Paz. Vai dirigir uma mensagem em vídeo aos participantes", disse o porta-voz adjunto do Vaticano, Ciro Benedettini, citado pela France Presse.
Na base desta decisão estão a extrema suscetibilidade de Pequim em relação à questão e o risco de retaliação em relação às liberdades dos católicos na China.