Mundo
Libertado ex-fuzileiro norte-americano detido na Rússia desde 2022
Robert Gilman, ex-fuzileiro naval americano detido na Rússia há quatro anos, foi libertado esta terça-feira após o presidente russo, Vladimir Putin, ter aprovado um indulto.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que a Rússia concordou em libertar o cidadão americano Robert Gilman, ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos que estava preso na Rússia, após negociações com o presidente russo, Vladimir Putin.
O Departamento de Estado dos EUA esclareceu que a libertação foi conseguida por razões humanitárias e que “nenhuma concessão” foi feita.
A Casa Branca e o Departamento de Estado tinham instado Moscovo a libertar Robert Gilman, de 32 anos, para que ele pudesse receber tratamento médico nos Estados Unidos.
As circunstâncias exatas do seu estado de saúde não são claras, mas Eric Lebson, diretor de um grupo de defesa que representa a família de Gilman, disse à Reuters na semana passada que Gilman foi transferido no final de junho do hospital penitenciário para a ala psiquiátrica de um hospital de emergência civil em estado semelhante à catatonia.
Gilman deverá aterrar esta terça-feira na Andrews Air Force Base, em Washington, onde será recebido pelo enviado dos EUA, Steve Witkoff, e pelo vice-conselheiro de segurança nacional, Sebastian Gorka.
Depois disso, Gilman provavelmente será levado de avião para um centro de reabilitação em San Antonio, no Texas, para receber tratamento médico.
O fuzileiro é um de pelo menos dez norte-americanos que se sabe que estão detidos na Rússia.
A sua libertação resultou de intensas negociações durante o fim de semana entre autoridades norte-americanas e russas.
"Esta administração continuará a trabalhar pela libertação de todos os americanos injustamente detidos na Rússia, incluindo Stephen Hubbard, vítima de detenção ilegal", disse o Departamento de Estado dos EUA.
Stephen Hubbard, um professor reformado, foi condenado em outubro de 2024 a quase sete anos de prisão por "trabalho mercenário" em nome da Ucrânia, acusação que ele nega.
Trump garante que a sua Administração prioriza “o regresso dos americanos detidos no estrangeiro” e salienta que tem feito isso “a uma escala nunca antes vista, devolvendo centenas de pessoas às suas famílias”.
c/agências
O Departamento de Estado dos EUA esclareceu que a libertação foi conseguida por razões humanitárias e que “nenhuma concessão” foi feita.
"Agradecemos esta decisão e o facto de a Rússia não ter pedido nada em troca", disse Trump numa publicação na Truth Social.
Gilman foi condenado em 2022 por um tribunal no sudoeste da Rússia a quatro anos e meio de prisão por "violência" contra um agente policial. A sua sentença foi posteriormente estendida para dez anos por violência contra funcionários da prisão. O Departamento de Estado confirmou, entretanto, que o fuzileiro tinha sido recentemente classificado como "detido injustamente" na Rússia.
A Casa Branca e o Departamento de Estado tinham instado Moscovo a libertar Robert Gilman, de 32 anos, para que ele pudesse receber tratamento médico nos Estados Unidos.
As circunstâncias exatas do seu estado de saúde não são claras, mas Eric Lebson, diretor de um grupo de defesa que representa a família de Gilman, disse à Reuters na semana passada que Gilman foi transferido no final de junho do hospital penitenciário para a ala psiquiátrica de um hospital de emergência civil em estado semelhante à catatonia.
Gilman deverá aterrar esta terça-feira na Andrews Air Force Base, em Washington, onde será recebido pelo enviado dos EUA, Steve Witkoff, e pelo vice-conselheiro de segurança nacional, Sebastian Gorka.
Depois disso, Gilman provavelmente será levado de avião para um centro de reabilitação em San Antonio, no Texas, para receber tratamento médico.
O fuzileiro é um de pelo menos dez norte-americanos que se sabe que estão detidos na Rússia.
A sua libertação resultou de intensas negociações durante o fim de semana entre autoridades norte-americanas e russas.
"Esta administração continuará a trabalhar pela libertação de todos os americanos injustamente detidos na Rússia, incluindo Stephen Hubbard, vítima de detenção ilegal", disse o Departamento de Estado dos EUA.
Stephen Hubbard, um professor reformado, foi condenado em outubro de 2024 a quase sete anos de prisão por "trabalho mercenário" em nome da Ucrânia, acusação que ele nega.
Trump garante que a sua Administração prioriza “o regresso dos americanos detidos no estrangeiro” e salienta que tem feito isso “a uma escala nunca antes vista, devolvendo centenas de pessoas às suas famílias”.
c/agências