Mundo
Líderes do G7 substituem Cimeira do G8 na Rússia
Reunidos em Haia, os líderes do G7 decidiram reunir-se em Bruxelas em junho, em vez de irem a Sochi na Rússia para a Cimeira do G8. "O G8 representa um certo sistema de valores de que a Rússia não faz parte" explicou uma fonte diplomática francesa em Haia. A informação foi confirmada via twitter pelo Presidente do Conselho Europeu Herman Van Rompuy.
O G7 vai ainda pronto a reforçar as sanções em caso de escalada na Ucrânia, afirmou um comunicado no final da reunião.
Esta tarde o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, respondeu à hipótese da Rússia ser expulsa do G8 devido à anexação da Crimeia com um encolher de ombros. "Não será uma tragédia" afirmou, citado pela agência France Presse.
"Se os nossos parceiros ocidentais pensam que este formato está ultrapassado, que assim seja" declarou Lavrov num conferência de imprensa. "Não nos agarramos a este formato e para nós não é uma tragédia se o G8 não se reunir" acrescentou.
Casa Branca "inquieta"
Antes da reunião dos líderes em Haia, o primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, havia comunicado que a decisão de anular a Cimeira da Rússia já tinha sido tomada, como aliás a Chanceler Angela Merkel tinha afirmado a semana passada.
"Devemos ser claros que não vai realizar-se a cimeira do G8 este ano na Rússia. Isso é absolutamente claro" disse Cameron.
A Casa Branca, "muito inquieta" com o reforço de tropas russas junto à fronteira ucraniana o qual "observa de muito perto", pediu a reunião mas deixa ainda a porta entreaberta à Rússia. "Não quereríamos por fim a um possível encontro" caso a Rússia recue, afirmou Ben Rhodes, vice-conselheiro para a segurança nacional na Casa Branca.
"O que estamos a estudar é a forma como nos vamos relacionar com a Rússia nos próximos meses e anos" afirmou Rhodes.
A expulsão da Rússia do G8, contudo, não terá sido abordada na reunião dos líderes do G7 em Haia, afirmaram fontes francesas.
Esta tarde o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, respondeu à hipótese da Rússia ser expulsa do G8 devido à anexação da Crimeia com um encolher de ombros. "Não será uma tragédia" afirmou, citado pela agência France Presse.
"Se os nossos parceiros ocidentais pensam que este formato está ultrapassado, que assim seja" declarou Lavrov num conferência de imprensa. "Não nos agarramos a este formato e para nós não é uma tragédia se o G8 não se reunir" acrescentou.
Casa Branca "inquieta"
Antes da reunião dos líderes em Haia, o primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, havia comunicado que a decisão de anular a Cimeira da Rússia já tinha sido tomada, como aliás a Chanceler Angela Merkel tinha afirmado a semana passada.
"Devemos ser claros que não vai realizar-se a cimeira do G8 este ano na Rússia. Isso é absolutamente claro" disse Cameron.
A Casa Branca, "muito inquieta" com o reforço de tropas russas junto à fronteira ucraniana o qual "observa de muito perto", pediu a reunião mas deixa ainda a porta entreaberta à Rússia. "Não quereríamos por fim a um possível encontro" caso a Rússia recue, afirmou Ben Rhodes, vice-conselheiro para a segurança nacional na Casa Branca.
"O que estamos a estudar é a forma como nos vamos relacionar com a Rússia nos próximos meses e anos" afirmou Rhodes.
A expulsão da Rússia do G8, contudo, não terá sido abordada na reunião dos líderes do G7 em Haia, afirmaram fontes francesas.