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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Lula e Sánchez defendem negociações para a paz dentro do direito internacional  

Lula e Sánchez defendem negociações para a paz dentro do direito internacional  

O Presidente brasileiro, Lula da Silva, e o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, defenderam hoje que a guerra no Médio Oriente deve terminar o mais rápido possível e com negociações amparadas pelo direito internacional. 

Lusa /

Os dois líderes conversaram hoje por telefone e, segundo a presidência brasileira, "ambos compartilharam o desejo de que a guerra possa chegar a um fim com a maior brevidade possível e que as negociações de paz possam ter início sob o amparo do direito internacional".  

Pedro Sánchez divulgou nas suas redes sociais uma citação muito semelhante.  

Segundo o Palácio do Planalto, Lula da Silva e Pedro Sánchez "reiteraram o seu compromisso com o multilateralismo como caminho para construção da paz e do desenvolvimento sustentável de que o mundo tanto precisa". 

Para além disso, Lula da Silva confirmou ter aceitado o convite para uma visita bilateral à Espanha no dia 17 de abril, garantindo ainda participação na quarta reunião de alto nível da iniciativa "Em Defesa da Democracia", no dia 18 de abril, em Barcelona. 

Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o `ayatollah` Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989. 

O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção o país. 

O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã, Iraque, Chipre e Turquia. 

Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos. 

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