Mundo
Magawa, o rato herói que descobria minas, morre aos oito anos
O rato africano teve uma carreira de alguns anos em que ajudou a salvar muitas vidas no Cambodja ao conseguir descobrir minas e explosivos usando o olfato. Magawa morreu este fim-de-semana com oito anos, tendo sido o primeiro rato a ser medalhado com ouro pelos seus serviços.
O animal que cheirava o chão à procura de minas e explosivos foi um dos roedores com maior sucesso nessa tarefa, tendo sito treinado pela associação de caridade APOPO, da Bélgica.
Magawa trabalhou durante cinco anos e limpou uma área equivalente a 31 campos de futebol. Descobriu 71 minas terrestres e pelo menos 38 engenhos que estavam por explodir, de acordo com os números revelados pela associação.
Em 2020, Magawa tornou-se no primeiro rato a receber uma medalha de ouro PDS, o equivalente para animais da distinção atribuída a cidadãos e militares britânicos em reconhecimento de atos de heroísmo. No ano passado, Magawa retirou-se de cena reconhecido como um herói. Outro roedor, Ronin, ficou com o seu lugar.
“Mais de 60 milhões de pessoas a viverem em 59 países, do Cambodja ao Zimbabué, vivem a vida com um medo diário das minas e outros resquícios de conflitos passados. Limpar campos de minas é intenso, difícil, é trabalho perigoso e necessita de muita astúcia e tempo”, explica a APOPO em comunicado.
“É por causa de todos vocês que Magawa vai deixar um legado duradouro nas vidas que salvou como um rato descobridor de minas no Cambodja”.
Magawa trabalhou durante cinco anos e limpou uma área equivalente a 31 campos de futebol. Descobriu 71 minas terrestres e pelo menos 38 engenhos que estavam por explodir, de acordo com os números revelados pela associação.
Em 2020, Magawa tornou-se no primeiro rato a receber uma medalha de ouro PDS, o equivalente para animais da distinção atribuída a cidadãos e militares britânicos em reconhecimento de atos de heroísmo. No ano passado, Magawa retirou-se de cena reconhecido como um herói. Outro roedor, Ronin, ficou com o seu lugar.
Nos últimos dias, Magawa começou a dormir mais e a mostrar menor interesse pela comida. A APOPO anunciou a morte do rato e disse que Magawa morreu em clima de paz, passando os seus últimos dias a brincar “com o entusiasmo normal”.
“Toda a gente da APOPO sente a perda de Magawa e estamos agradecidos pelo trabalho incrível que ele fez. A sua contribuição permitiu a comunidades no Cambodja viver, trabalhar e brincar em certos terrenos sem o medo de perder a vida”.
A APOPO é uma organização que existe desde 2000 e que treina roedores para encontrarem minas e explosivos escondidos e que são um perigo para as comunidades. Trabalha em países como o Cambodja, mas também Moçambique, Angola e Zimbabué para limpar os milhões de minas deixadas para trás pelos conflitos armados.
“Toda a gente da APOPO sente a perda de Magawa e estamos agradecidos pelo trabalho incrível que ele fez. A sua contribuição permitiu a comunidades no Cambodja viver, trabalhar e brincar em certos terrenos sem o medo de perder a vida”.
A APOPO é uma organização que existe desde 2000 e que treina roedores para encontrarem minas e explosivos escondidos e que são um perigo para as comunidades. Trabalha em países como o Cambodja, mas também Moçambique, Angola e Zimbabué para limpar os milhões de minas deixadas para trás pelos conflitos armados.
“Mais de 60 milhões de pessoas a viverem em 59 países, do Cambodja ao Zimbabué, vivem a vida com um medo diário das minas e outros resquícios de conflitos passados. Limpar campos de minas é intenso, difícil, é trabalho perigoso e necessita de muita astúcia e tempo”, explica a APOPO em comunicado.
“É por causa de todos vocês que Magawa vai deixar um legado duradouro nas vidas que salvou como um rato descobridor de minas no Cambodja”.