Mundo
COVID-19
Mais de 3,5 milhões de brasileiros não compareceram à segunda dose da vacina
O número de pessoas que não compareceram aos postos de saúde do Brasil para tomar a segunda dose de vacinas contra a covid-19 é superior a 3,5 milhões, informou na quarta-feira o governo brasileiro.
A informação foi divulgada pelo próprio ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, durante o lançamento de uma campanha para incentivar os cidadãos a completar o esquema de vacinação contra a covid-19 no país.
"Nós sabemos que a imunização contra a Covid-19 é a principal arma para conter a pandemia. É importante que a população que tomou a primeira dose volte para a segunda, pois só assim a imunização estará completa", declarou Queiroga.
"O Ministério tem feito esse alerta, mas ainda há um número superior a 3,5 milhões de pessoas que não voltaram para tomar a segunda dose da vacina", acrescentou.
O ministro frisou que o problema não é mais a escassez de doses, como aconteceu há alguns meses, mas também não especificou os possíveis motivos que levaram mais de 3,5 milhões de pessoas a não completar a vacinação.
Nesse sentido, o governo, presidido por Jair Bolsonaro, lançou na quarta-feira uma campanha focada na "família Zé Gotinha", em que os personagens alertam para a importância da população brasileira completar o esquema vacinal.
"A imunização da população é prioridade número um do Ministério da Saúde, que já contratou mais de 630 milhões de doses de vacinas Covid-19 para 2021 por meio de acordos com diferentes laboratórios. No entanto, para que as imunizações sejam eficazes é necessário que as pessoas tomem as duas doses das vacinas", reforçou o Ministério, em comunicado.
Ainda no evento, Queiroga voltou a repetir a meta de imunizar toda a população adulta com ao menos uma dose até setembro, e com duas doses até dezembro.
"Nós sabemos que a imunização contra a Covid-19 é a principal arma para conter a pandemia. É importante que a população que tomou a primeira dose volte para a segunda, pois só assim a imunização estará completa", declarou Queiroga.
"O Ministério tem feito esse alerta, mas ainda há um número superior a 3,5 milhões de pessoas que não voltaram para tomar a segunda dose da vacina", acrescentou.
O ministro frisou que o problema não é mais a escassez de doses, como aconteceu há alguns meses, mas também não especificou os possíveis motivos que levaram mais de 3,5 milhões de pessoas a não completar a vacinação.
Nesse sentido, o governo, presidido por Jair Bolsonaro, lançou na quarta-feira uma campanha focada na "família Zé Gotinha", em que os personagens alertam para a importância da população brasileira completar o esquema vacinal.
Ainda no evento, Queiroga voltou a repetir a meta de imunizar toda a população adulta com ao menos uma dose até setembro, e com duas doses até dezembro.
São Paulo confirma ciruclação de variante Delta
O governo de São Paulo, o estado mais populoso do Brasil e foco da pandemia no país, confirmou na quarta-feira que a variante Delta já circula na região entre pessoas que não viajaram para o exterior.
"Temos uma variante (Delta) que já é autóctone, ou seja, ela já está a circular no nosso meio em pessoas que não tiveram histórico de viagens ou que tiveram contacto com alguém que esteve, por exemplo, na Índia, e, dessa forma, temos que ter uma atenção especial", disse o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, à imprensa.
Questionado sobre se há transmissão comunitária da estirpe Delta em São Paulo, o secretário afirmou: "Quando nós identificamos um paciente que testou positivo para a covid-19 sem nenhum histórico de viagem ou contacto com alguém que veio de alguma área em que aquela variante seja mais prevalente, claramente ele recebe a denominação de autóctone, comunitário".
A estirpe, detetada originalmente na Índia, já pressiona o executivo paulista a diminuir o intervalo de três meses entre doses de vacinas aplicadas no estado - como os imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca - , para que possam responder à variante.
O governo de São Paulo, o estado mais populoso do Brasil e foco da pandemia no país, confirmou na quarta-feira que a variante Delta já circula na região entre pessoas que não viajaram para o exterior.
"Temos uma variante (Delta) que já é autóctone, ou seja, ela já está a circular no nosso meio em pessoas que não tiveram histórico de viagens ou que tiveram contacto com alguém que esteve, por exemplo, na Índia, e, dessa forma, temos que ter uma atenção especial", disse o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, à imprensa.
Questionado sobre se há transmissão comunitária da estirpe Delta em São Paulo, o secretário afirmou: "Quando nós identificamos um paciente que testou positivo para a covid-19 sem nenhum histórico de viagem ou contacto com alguém que veio de alguma área em que aquela variante seja mais prevalente, claramente ele recebe a denominação de autóctone, comunitário".
A estirpe, detetada originalmente na Índia, já pressiona o executivo paulista a diminuir o intervalo de três meses entre doses de vacinas aplicadas no estado - como os imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca - , para que possam responder à variante.