Mundo
Mais de 5.300 migrantes que entraram em Ceuta regressaram a Marrocos num mês
O ministro da Política Territorial de Espanha, Ángel Víctor Torres, fez um balanço da situação depois das entradas massivas de julho.
O Governo de Espanha avançou este domingo que mais de 5.300 dos migrantes que chegaram em massa a Ceuta regressaram a Marrocos no espaço de um mês. Existem, neste momento, cerca de 6.500 pessoas em abrigos neste enclave espanhol.
Ángel Víctor Torres, ministro responsável por coordenar a resposta do Governo, indicou nas redes sociais que 5.321 pessoas tinham “regressado voluntariamente” a Marrocos desde 10 de agosto.
A maioria dos mais de 70.000 migrantes que entraram em Ceuta nos dias 30 e 31 de julho regressou a Marrocos nas horas que se seguiram à sua chegada.
No entanto, vários milhares de pessoas permaneceram em Ceuta, onde a situação se deteriorou desde então, dando origem a episódios de violência e a manifestações quase diárias da população local, que exige o regresso à normalidade.
O Governo teve de identificar os migrantes que permaneceram no local durante várias semanas, de modo a verificar se tinham direito a asilo, uma vez que as crianças não acompanhadas não podem ser expulsas.
Segundo Ángel Víctor Torres, 90 pessoas “renunciaram” ao pedido de proteção internacional, enquanto “cerca de 1.000 pessoas estão a ser registadas com o objetivo de poderem concluir os seus procedimentos de regresso”.
O ministro não especificou quantos migrantes permaneciam em Ceuta.
Na sexta-feira, o autarca de Ceuta, Juan Jesus Vivas, do principal partido de direita da oposição (Partido Popular), estimou que fossem 13.000, mas as estimativas do Governo são significativamente mais baixas.
O Ministério da Migração anunciou este domingo a abertura de 864 novos lugares em centros de acolhimento provisórios, elevando o total para cerca de 4.300, com o objetivo de atingir os 6.000 “num futuro próximo”.
c/ agências
Ángel Víctor Torres, ministro responsável por coordenar a resposta do Governo, indicou nas redes sociais que 5.321 pessoas tinham “regressado voluntariamente” a Marrocos desde 10 de agosto.
A maioria dos mais de 70.000 migrantes que entraram em Ceuta nos dias 30 e 31 de julho regressou a Marrocos nas horas que se seguiram à sua chegada.
No entanto, vários milhares de pessoas permaneceram em Ceuta, onde a situação se deteriorou desde então, dando origem a episódios de violência e a manifestações quase diárias da população local, que exige o regresso à normalidade.
O Governo teve de identificar os migrantes que permaneceram no local durante várias semanas, de modo a verificar se tinham direito a asilo, uma vez que as crianças não acompanhadas não podem ser expulsas.
Segundo Ángel Víctor Torres, 90 pessoas “renunciaram” ao pedido de proteção internacional, enquanto “cerca de 1.000 pessoas estão a ser registadas com o objetivo de poderem concluir os seus procedimentos de regresso”.
O ministro não especificou quantos migrantes permaneciam em Ceuta.
Na sexta-feira, o autarca de Ceuta, Juan Jesus Vivas, do principal partido de direita da oposição (Partido Popular), estimou que fossem 13.000, mas as estimativas do Governo são significativamente mais baixas.
O Ministério da Migração anunciou este domingo a abertura de 864 novos lugares em centros de acolhimento provisórios, elevando o total para cerca de 4.300, com o objetivo de atingir os 6.000 “num futuro próximo”.
c/ agências