Mundo
Mais sete reféns mortos durante o assalto final do exército argelino
O assalto lançado pelo exército argelino contra a fábrica controlada por um grupo terrorista concluiu-se com a morte de 11 membros do grupo sequestrador e dos sete reféns que este ainda tinha em seu poder. O balanço final das autoridades argelinas continua a ser impreciso, admitindo que tenham morrido ao todo entre 25 e 27 reféns.
Segundo a agência noticiosa argelina APS, estava ainda por precisar a nacionalidade de todos os sete reféns, trabalhadores do complexo industrial de In Amenas, que terão sido mortos pelos sequestradores, em resposta à operação lançada pelo exército.
Mas o número total de reféns mortos avançado como primeiro balanço da acção levada a cabo a meio do dia de sábado coincide com o que o grupo terrorista tinha dado ontem sobre os reféns ainda em seu poder, discriminados pelas seguintes nacionalidades: três belgas, dois norte-americanos, um japonês e um britânico.
Desde o início dos confrontos, terão morrido entre 25 e 27 reféns. A imprecisão dos números avançados a esse respeito tem que ver com a possibilidade de existirem ainda reféns escondidos no complexo, que não teriam ainda sido libertados, mas que já não estariam sob o controlo do grupo sequestrador no momento do assalto.
Entre os reféns já libertados há um luso-descendente com dupla nacionalidade, francesa e portuguesa.
Mas o número total de reféns mortos avançado como primeiro balanço da acção levada a cabo a meio do dia de sábado coincide com o que o grupo terrorista tinha dado ontem sobre os reféns ainda em seu poder, discriminados pelas seguintes nacionalidades: três belgas, dois norte-americanos, um japonês e um britânico.
Desde o início dos confrontos, terão morrido entre 25 e 27 reféns. A imprecisão dos números avançados a esse respeito tem que ver com a possibilidade de existirem ainda reféns escondidos no complexo, que não teriam ainda sido libertados, mas que já não estariam sob o controlo do grupo sequestrador no momento do assalto.
Entre os reféns já libertados há um luso-descendente com dupla nacionalidade, francesa e portuguesa.