Mundo
Manifestantes invadiram embaixada dos Estados Unidos no Iémen
A embaixada dos Estados Unidos na capital do Iémen foi invadida, esta quinta-feira, por dezenas de manifestantes que protestavam contra um filme anti-islão feito nos EUA. A polícia iemenita não conseguiu impedir a invasão do recinto apesar de ter disparado tiros. Os jovens que levaram a cabo o protesto incendiaram veículos diplomáticos antes de finalmente serem forçados a abandonar o local pelas forças de segurança.
Os incidentes em Sanaa terão provocado vários feridos e seguem-se ao ataque de ontem à embaixada dos EUA em Bengazi na Líbia que provocou a morte do embaixador americano e de outros três membros do pessoal diplomático além de vários líbios.
Washigton está neste momento a investigar se o ataque na segunda maior cidade da Líbia foi planeado, citando suspeitas de que um grupo de militantes jihadistas pode ter coordenado a violência.
Entretanto, a revolta dos muçulmanos contra o filme “A Inocência dos Muçulmanos” também se fez sentir no Egito, onde se registaram diversos incidentes.
Quarta-feira, manifestantes saltaram os muros da embaixada americana no Cairo e rasgaram a bandeira. Os confrontos continuaram durante a madrugada de quinta-feira.
O presidente egípcio Mohammed Mursi, eleito pela Irmandade Muçulmana, apelou à calma, dizendo que os egipcios “rejeitam qualquer tipo de assalto ou insulto“ contra o profeta Maomé.
“Condeno e oponho-me a todos os que (…) insultam o nosso profeta [mas] é nosso dever proteger os nossos hóspedes e visitantes do estrangeiro”, disse Mursi numa declaração transmitida pelos média do Estado.
“Apelo a todos para levarem em consideração que a lei egípcia não deve ser violada…não devem assaltar embaixadas”, precisou.
Entretanto, cerca de 500 pessoas manifestaram-se também hoje contra o filme, ao pé da embaixada da Suíça em Teerão, pois é este país que representa os interesses diplomáticos dos EUA no Irão.
A manifestação, organizada por uma associação radical de estudantes islâmicos, foi impedida de se aproximar das instalações diplomáticas por mais de 200 agentes da polícia de choque e bombeiros. O pessoal da chancelaria foi entretanto retirado do local, como medida de precaução.
Washigton está neste momento a investigar se o ataque na segunda maior cidade da Líbia foi planeado, citando suspeitas de que um grupo de militantes jihadistas pode ter coordenado a violência.
Entretanto, a revolta dos muçulmanos contra o filme “A Inocência dos Muçulmanos” também se fez sentir no Egito, onde se registaram diversos incidentes.
Quarta-feira, manifestantes saltaram os muros da embaixada americana no Cairo e rasgaram a bandeira. Os confrontos continuaram durante a madrugada de quinta-feira.
O presidente egípcio Mohammed Mursi, eleito pela Irmandade Muçulmana, apelou à calma, dizendo que os egipcios “rejeitam qualquer tipo de assalto ou insulto“ contra o profeta Maomé.
“Condeno e oponho-me a todos os que (…) insultam o nosso profeta [mas] é nosso dever proteger os nossos hóspedes e visitantes do estrangeiro”, disse Mursi numa declaração transmitida pelos média do Estado.
“Apelo a todos para levarem em consideração que a lei egípcia não deve ser violada…não devem assaltar embaixadas”, precisou.
Entretanto, cerca de 500 pessoas manifestaram-se também hoje contra o filme, ao pé da embaixada da Suíça em Teerão, pois é este país que representa os interesses diplomáticos dos EUA no Irão.
A manifestação, organizada por uma associação radical de estudantes islâmicos, foi impedida de se aproximar das instalações diplomáticas por mais de 200 agentes da polícia de choque e bombeiros. O pessoal da chancelaria foi entretanto retirado do local, como medida de precaução.