Mundo
Médicos australianos surpreendidos com epidemia de úlcera
Uma epidemia da úlcera de Buruli está a causar preocupação na Austrália. A bactéria destrói e come os tecidos humanos e está a assumir um carácter endémico na região de Victoria. Os médicos australianos pedem uma investigação emergente às causas da doença.
É uma doença comum no continente africano mas está a alertar as autoridades de saúde na Austrália. Os casos de úlcera Buruli aumentaram em 400 por cento nos últimos quatro anos, revelam os especialistas.
Os médicos australianos encontram-se com um problema em mãos já que não sabem como prevenir a doença, que é causada por uma bactéria que come a carne humana e destrói os tecidos. Só na região de Victoria houve um aumento de mais de 50 por cento dos casos no último ano.
O especialista Daniel O’Brien revelou à BBC que os problemas causados pela úlcera Buruli estão a tornar-se cada vez mais comuns e severos na região. Não é sabido porque razão a doença está a atingir proporções maiores nesta zona, já que a bactéria é frequentemente encontrada em áreas tropicais.
Com o problema a aumentar a olhos vistos, os médicos pedem que o governo atue de forma imediata e que disponibilize fundos para estudar e combater a doença.
“Ninguém percebe o que está a acontecer e o que está a causa esta epidemia. Podemos oferecer algumas pistas mas não se tornarão em avisos conclusivos. É um mistério”, declarou Daniel O’Brien.
O médico revelou que algumas teorias apontam para a origem da doença fatores como a chuva, tipo de solo e vida selvagem, já que a bactéria foi encontrada em fezes de gambá.
“O problema é que não temos tempo para estar parados e pensar sobre o assunto – a epidemia alcançou proporções assustadoras”.
As úlceras de Buruli são de difícil tratamento. Podem ser combatidas com um antibiótico e os pacientes têm um período de recuperação que vais dos seis meses a um ano. Muitos doentes têm de ser submetidos a cirurgias reconstrutivas ou a amputações.
As autoridades de saúde de Victoria anunciaram que foram gastos mais de 600 mil euros para pesquisar a doença e que estão a ser criadas para avisar a população. A bactéria está associada a climas tropicais e águas estagnadas.
No entanto, na Austrália, a maioria dos casos está a aparecer em regiões costeiras.
Os médicos australianos encontram-se com um problema em mãos já que não sabem como prevenir a doença, que é causada por uma bactéria que come a carne humana e destrói os tecidos. Só na região de Victoria houve um aumento de mais de 50 por cento dos casos no último ano.
O especialista Daniel O’Brien revelou à BBC que os problemas causados pela úlcera Buruli estão a tornar-se cada vez mais comuns e severos na região. Não é sabido porque razão a doença está a atingir proporções maiores nesta zona, já que a bactéria é frequentemente encontrada em áreas tropicais.
Com o problema a aumentar a olhos vistos, os médicos pedem que o governo atue de forma imediata e que disponibilize fundos para estudar e combater a doença.
“Ninguém percebe o que está a acontecer e o que está a causa esta epidemia. Podemos oferecer algumas pistas mas não se tornarão em avisos conclusivos. É um mistério”, declarou Daniel O’Brien.
O médico revelou que algumas teorias apontam para a origem da doença fatores como a chuva, tipo de solo e vida selvagem, já que a bactéria foi encontrada em fezes de gambá.
“O problema é que não temos tempo para estar parados e pensar sobre o assunto – a epidemia alcançou proporções assustadoras”.
As úlceras de Buruli são de difícil tratamento. Podem ser combatidas com um antibiótico e os pacientes têm um período de recuperação que vais dos seis meses a um ano. Muitos doentes têm de ser submetidos a cirurgias reconstrutivas ou a amputações.
As autoridades de saúde de Victoria anunciaram que foram gastos mais de 600 mil euros para pesquisar a doença e que estão a ser criadas para avisar a população. A bactéria está associada a climas tropicais e águas estagnadas.
No entanto, na Austrália, a maioria dos casos está a aparecer em regiões costeiras.