Mundo
Guerra na Ucrânia
Mensagem de Natal. Zelensky reconhece circunstâncias difíceis e apela à "bravura" do povo ucraniano
O presidente ucraniano aproveitou a mensagem de Natal para reconhecer as "circunstâncias difíceis" em que o país se encontra, mas reforçou a esperança na "coragem e bravura" do povo que há dez meses é afetado pela guerra.
Num discurso transmitido pela presidência ucraniana, Volodymyr Zelensky garantiu que irá “devolver a liberdade a todos os ucranianos” e que “nenhum drone é capaz de apagar o amanhecer do Natal”.
“Hoje e em todos os feriados do inverno, encontramo-nos em circunstâncias difíceis. Alguém verá a primeira estrela no céu de Bakhmut, Rubizhne e Kreminna hoje. Ao longo dos milhares de quilómetros da frente, alguém está na estrada a caminho da fronteira da Polónia para Kherson ou Zaporizhia. Alguém a verá através dos buracos de balas na sua própria casa”, disse o presidente ucraniano.
Mencionou também os refugiados e os deslocados internos deste conflito, em curso desde 24 de fevereiro. “Alguém festejará a data em casa de outras pessoas”, como por exemplo nas “casas de ucranianos que acolheram outros ucranianos”.
“Alguém passará este Natal em cativeiro. Mas saiba que nós vamos libertá-lo, tal como a todos os ucranianos e a todas as ucranianas”, garantiu o chefe de Estado ucraniano.
No dia que marcou os dez meses desde o início da guerra, Zelensky salientou que os ucranianos devem festejar e estar juntos mesmo “sob uma escuridão completa”.
“Vamos encontrar-nos uns aos outros para abraços apertados. E se não houver aquecimento, vamos abraçar-nos por muito tempo para nos aquecermos. Vamos sorrir e ser felizes como sempre. Só há uma diferença: não vamos esperar por um milagre, porque estamos a criar um nós próprios”, sublinhou.
“Hoje e em todos os feriados do inverno, encontramo-nos em circunstâncias difíceis. Alguém verá a primeira estrela no céu de Bakhmut, Rubizhne e Kreminna hoje. Ao longo dos milhares de quilómetros da frente, alguém está na estrada a caminho da fronteira da Polónia para Kherson ou Zaporizhia. Alguém a verá através dos buracos de balas na sua própria casa”, disse o presidente ucraniano.
Mencionou também os refugiados e os deslocados internos deste conflito, em curso desde 24 de fevereiro. “Alguém festejará a data em casa de outras pessoas”, como por exemplo nas “casas de ucranianos que acolheram outros ucranianos”.
“Alguém passará este Natal em cativeiro. Mas saiba que nós vamos libertá-lo, tal como a todos os ucranianos e a todas as ucranianas”, garantiu o chefe de Estado ucraniano.
No dia que marcou os dez meses desde o início da guerra, Zelensky salientou que os ucranianos devem festejar e estar juntos mesmo “sob uma escuridão completa”.
“Vamos encontrar-nos uns aos outros para abraços apertados. E se não houver aquecimento, vamos abraçar-nos por muito tempo para nos aquecermos. Vamos sorrir e ser felizes como sempre. Só há uma diferença: não vamos esperar por um milagre, porque estamos a criar um nós próprios”, sublinhou.