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Metade dos americanos considera que Trump é racista
Segundo um estudo da Quinnipiac University, nos Estados Unidos, 49% dos americanos consideram que Trump é racista. Mais de metade é contra a forma como o presidente dos EUA está a lidar com a imigração.
Durante as últimas semanas, muito tem acontecido nos Estados Unidos e Donald Trump continua nas bocas do mundo pelos piores motivos. A política de “tolerância zero” imposta pelo presidente americano, que levou à separação de famílias na fronteira dos Estados Unidos com o México, tem sido o principal alvo de críticas.
A Quinnipiac University, em Connecticut, procurou assim sopesar a opinião dos americanos relativamente a esta realidade vivida nos Estados Unidos.
De acordo com os dados publicados esta terça-feira, 3 de junho, 49 por cento dos americanos consideram que Trump é racista, enquanto 47 por cento são da opinião contrária.
No entanto, e parecendo contrariar a resposta anterior, 50 por cento dos americanos defendem que as políticas migratórias impostas pela Administração revelam um “sincero interesse” em controlar as fronteiras, enquanto 44 por cento dizem que o principal motivo são “crenças racistas”. Trump está a dividir o país
Quando questionados sobre a forma como Donald Trump tem desempenhado o seu papel como presidente dos Estados Unidos, 40 por cento aprovam a maneira como tem lidado com o cargo e 55 por cento desaprovam.
Os homens, por sua vez, defendem que Trump tem desempenhado um bom papel, com 51 por cento votos a favor, contra apenas 32 por cento por parte das mulheres.
O estudo da Universidade americana demonstra entretanto que o presidente dos Estados Unidos recebe percentagens desfavoráveis na maioria das questões relativas ao seu caráter. Os inquiridos consideram que Trump não é honesto, não é equilibrado a nível mental, não compartilha os seus valores e não fornece uma liderança moral aos Estados Unidos.
A maioria dos inquiridos (58 por cento) considera que Trump, enquanto presidente, está a dividr o país ao invés de contribuir para a sua união.
“Triste”, “terrível” e “errado”
Quando o assunto diz respeito à separação de famílias imigrantes, “os eleitores americanos estão claramente chocados”, afirma Tim Malloy, diretor assistente da Quinnipiac University.
Mais de metade (58 por cento) manifestou-se contra a forma como Donald Trump está a lidar com a imigração e 69 por cento defendem que imigrantes ilegais não são mais propensos do que cidadãos americanos a cometer crimes.
“Triste”, “terrível”, “mau” e “errado” são as principais palavras usadas pelos inquiridos para descrever a separação de crianças dos pais quando tentam atravessar ilegalmente a fronteira.
Os americanos concluem que a falta de civismo na política é um problema sério, com 91 por cento dos inquiridos a deixarem esta crítica.
O estudo da Quinnipiac University foi desenvolvido entre 27 de junho e 1 de julho e inquiriu 1020 eleitores americanos.
A Quinnipiac University, em Connecticut, procurou assim sopesar a opinião dos americanos relativamente a esta realidade vivida nos Estados Unidos.
De acordo com os dados publicados esta terça-feira, 3 de junho, 49 por cento dos americanos consideram que Trump é racista, enquanto 47 por cento são da opinião contrária.
No entanto, e parecendo contrariar a resposta anterior, 50 por cento dos americanos defendem que as políticas migratórias impostas pela Administração revelam um “sincero interesse” em controlar as fronteiras, enquanto 44 por cento dizem que o principal motivo são “crenças racistas”. Trump está a dividir o país
Quando questionados sobre a forma como Donald Trump tem desempenhado o seu papel como presidente dos Estados Unidos, 40 por cento aprovam a maneira como tem lidado com o cargo e 55 por cento desaprovam.
Os homens, por sua vez, defendem que Trump tem desempenhado um bom papel, com 51 por cento votos a favor, contra apenas 32 por cento por parte das mulheres.
O estudo da Universidade americana demonstra entretanto que o presidente dos Estados Unidos recebe percentagens desfavoráveis na maioria das questões relativas ao seu caráter. Os inquiridos consideram que Trump não é honesto, não é equilibrado a nível mental, não compartilha os seus valores e não fornece uma liderança moral aos Estados Unidos.
A maioria dos inquiridos (58 por cento) considera que Trump, enquanto presidente, está a dividr o país ao invés de contribuir para a sua união.
“Triste”, “terrível” e “errado”
Quando o assunto diz respeito à separação de famílias imigrantes, “os eleitores americanos estão claramente chocados”, afirma Tim Malloy, diretor assistente da Quinnipiac University.
A separação de crianças dos pais na fronteira dos Estados Unidos é, para a maioria dos inquiridos (60 por cento), uma violação dos Direitos Humanos. Além disso, 83 por cento defendem que Trump tem agora a responsabilidade de reunir aquelas famílias imigrantes.
Mais de metade (58 por cento) manifestou-se contra a forma como Donald Trump está a lidar com a imigração e 69 por cento defendem que imigrantes ilegais não são mais propensos do que cidadãos americanos a cometer crimes.
“Triste”, “terrível”, “mau” e “errado” são as principais palavras usadas pelos inquiridos para descrever a separação de crianças dos pais quando tentam atravessar ilegalmente a fronteira.
Os americanos concluem que a falta de civismo na política é um problema sério, com 91 por cento dos inquiridos a deixarem esta crítica.
O estudo da Quinnipiac University foi desenvolvido entre 27 de junho e 1 de julho e inquiriu 1020 eleitores americanos.