Morreu Thomas Spencer Monson, líder da igreja Mórmon

| Mundo

O presidente da igreja Mórmon, Thomas Spencer Monson, morreu terça-feira à noite aos 90 anos na sua casa em Salt Lake City, nos Estados Unidos, anunciou o porta-voz Eric Hawkins.

O próximo presidente ainda não foi nomeado imediatamente, mas espera-se que o cargo seja assumido pelo membro mais velho do quórum governante dos Doze apóstolos, Russell M. Nelson, pelo protocolo da igreja.

Thomas Spencer Monson nasceu no dia 21 de agosto de 1927 em Salt Lake City, tendo-se tornado no mais jovem apóstolo da igreja em 1963 aos 36 anos. Serviu como conselheiro de três presidentes de igrejas antes de assumir o papel de líder principal da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em fevereiro de 2008.

Monson, que foi o 16º presidente da igreja Mórmon, assumiu o cargo a 03 de fevereiro de 2008 após a morte de Gordon B. Hinckley, e passou mais de cinco décadas ao serviço dos principais conselhos de liderança da igreja.

Thomas Monson era veterano da II Guerra Mundial, serviu na Marinha, passou um ano fora e quando regressou formou-se em gestão na Universidade do Utah e fez um mestrado em administração de empresas na Universidade James Brigham Young.

Antes de se juntar ao Quórum dos Doze apóstolos da Igreja da Fé, Monson trabalhou para os negócios seculares da igreja, principalmente na publicidade, impressão e publicação, incluindo o Deseret Morning News.

Monson casou-se com Frances Beverly Johnson em 1948. O casal teve três filhos, oito netos e 11 bisnetos. Frances morreu em 2013 aos 85 anos.

A igreja Mórmon foi fundada em 1830, no estado de Nova York, por Joseph Smith, que afirmou ter sido visitado por Deus e Jesus enquanto rezava num bosque.

Tópicos:

Deus, Doze, Frances Beverly Johnson, Quórum, York,

A informação mais vista

+ Em Foco

Em 9 de abril de 1918, a ofensiva alemã varre a resistência portuguesa. O dossier que se segue lança um olhar sobre o antes, o durante e o depois.

    Quase seis décadas depois, a Presidência de Cuba deixou de estar nas mãos de um membro do clã Castro.

    Kim e Donald passaram do insulto à vontade mútua de fazer história. Bem-vindos à era das ilusões.

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.