Mulheres em greve na Islândia contra disparidades de género

São 24 horas de um protesto que visa chamar a atenção para as persistentes disparidades de género e a necessidade urgente de ação. A própria primeira-ministra islandesa associou-se à iniciativa e esta terça-feira também não foi trabalhar.

RTP /

Foto: Jon Nazca - Reuters

Esta não é a primeira vez que acontece tal protesto. Em 1975, também neste dia, 90 por cento das mulheres deixaram o posto de trabalho.

Em 2005, pararam de trabalhar no minuto em que calcularam que tinham deixado de receber salário. O mesmo repetiu-se por mais três vezes nos últimos anos.
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