Mundo
Navios em rota de colisão com icebergues
Mais de 400 icebergues estão à deriva no Atlântico Norte. Os navios estão a fazer desvios de centenas de quilómetros. Os meteorologistas dizem que o fenómeno está a ser acelerado pelo aquecimento global.
Mais de 400 icebergues estão à deriva em rotas marítimas no Atlântico Norte, uma quantidade anormal para esta altura do ano, que obriga os navios a pararem ou desviarem-se centenas de quilómetros.
Os navios de carga que atravessam o Atlântico são obrigados a desvios de mais de 500 quilómetros, que atrasam as viagens pelo menos um dia e meio.

Os meteorologistas atribuem o número de massas de gelo à deriva no oceano a ventos que estão a levar os icebergues para sul, o que poderá estar a ser acelerado pelo aquecimento global, que faz com que o gelo da Gronelândia se quebre.
Na segunda-feira, dia 3 de Abril, estavam localizados 450 icebergues perto da Terra Nova, quando na semana anterior só havia 37, segundo os números da patrulha do gelo da Guarda Costeira dos Estados Unidos.

A comandante da Guarda Costeira, Gabrielle McGrath, que chefia a patrulha do gelo, afirmou que nunca viu um aumento destes em tão pouco tempo. Pelo quarto ano consecutivo prevê-se uma temporada de icebergues extrema, com mais de 600 blocos de gelo nos corredores marítimos.
Os navios estão a cruzar o Atlântico Norte a velocidades mínimas (3, 4 nós) e pelo menos um já sofreu danos ao embater numa massa de gelo.
Os navios de carga que atravessam o Atlântico são obrigados a desvios de mais de 500 quilómetros, que atrasam as viagens pelo menos um dia e meio.
Os meteorologistas atribuem o número de massas de gelo à deriva no oceano a ventos que estão a levar os icebergues para sul, o que poderá estar a ser acelerado pelo aquecimento global, que faz com que o gelo da Gronelândia se quebre.
Na segunda-feira, dia 3 de Abril, estavam localizados 450 icebergues perto da Terra Nova, quando na semana anterior só havia 37, segundo os números da patrulha do gelo da Guarda Costeira dos Estados Unidos.
A comandante da Guarda Costeira, Gabrielle McGrath, que chefia a patrulha do gelo, afirmou que nunca viu um aumento destes em tão pouco tempo. Pelo quarto ano consecutivo prevê-se uma temporada de icebergues extrema, com mais de 600 blocos de gelo nos corredores marítimos.
Os navios estão a cruzar o Atlântico Norte a velocidades mínimas (3, 4 nós) e pelo menos um já sofreu danos ao embater numa massa de gelo.