Mundo
Níveis baixos de radioatividade detetados na Europa
O aviso foi feito pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA). Foram detetados em vários locais da Europa níveis baixos de iodo-131 radioativo. As partículas não colocam em risco a saúde pública, mas as autoridades da ONU para o nuclear estão de qualquer forma a tentar descobrir a origem.
Segundo a agência nuclear da ONU, os níveis detetados na atmosfera são baixos mas ainda assim mais elevados do que o normal.
O alerta foi dado pela secretaria de estado checa para a Segurança Nuclear, que detetou os níveis elevados em finais de Outubro e informou a AIEA para esta tentar determinar a sua origem, conforme explicou a responsável do sector, Dana Drabova.
"Foi detetada pela nossa rede de monitores e com uma alta probabilidade, quase certeza, o ponto de origem é externo", disse Drabova à agência de notícias Reuters, acrescentando acreditar que se trata de um vazamento durante a produção de radiofármacos mas não, de certeza, de uma fuga de uma central nuclear.
Parece assim afastada a hipótese que a radiação tenha tido origem no desastre da Central japonesa de Fukushima, após o sismo de Março.
Segundo a IAEA as partículas iodo-131 radioativo foram detetadas também noutros locais da Europa, embora a agência não especificasse quais. A Agência acrescenta que o radioisótopo vai perder muita da sua radiação em cerca de oito dias mas que a ocorrência está a ser investigada.
O alerta foi dado pela secretaria de estado checa para a Segurança Nuclear, que detetou os níveis elevados em finais de Outubro e informou a AIEA para esta tentar determinar a sua origem, conforme explicou a responsável do sector, Dana Drabova.
"Foi detetada pela nossa rede de monitores e com uma alta probabilidade, quase certeza, o ponto de origem é externo", disse Drabova à agência de notícias Reuters, acrescentando acreditar que se trata de um vazamento durante a produção de radiofármacos mas não, de certeza, de uma fuga de uma central nuclear.
Parece assim afastada a hipótese que a radiação tenha tido origem no desastre da Central japonesa de Fukushima, após o sismo de Março.
Segundo a IAEA as partículas iodo-131 radioativo foram detetadas também noutros locais da Europa, embora a agência não especificasse quais. A Agência acrescenta que o radioisótopo vai perder muita da sua radiação em cerca de oito dias mas que a ocorrência está a ser investigada.