Nova Iorque quer peritos em armas de destruição maciça
Os responsáveis pelos Serviços de Emergência de Nova Iorque podem em breve incluir uma equipa de peritos em armas de destruição maciça, disseram hoje parlamentares.
A cidade é considerada o alvo "número um" dos Estados Unidos para os terroristas.
Conhecida como equipa de apoio civil e constituída por 22 membros do Exército, da Força Aérea e da Guarda Nacional, a "equipa de elite de resposta ao terrorismo" estará pronta a responder a qualquer crise que envolva agentes químicos, biológicos ou radiológicos que possam causar baixas maciças. A decisão precisa ainda da aprovação e dos dinheiros do Congresso.
Os representantes republicanos Vito Fossella e Peter King anunciaram a decisão.
Uma equipa semelhante existiu no Estado de Nova Iorque desde 2001 e respondeu a mais de 60 incidentes mas as autoridades acharam que isso não era suficiente para cobrir as necessidades de todo o Estado.
Existem 55 equipas do género nos Estados Unidos.
A delegação de Nova Iorque ao Congresso queixou-se fortemente à administração do presidente George W. Bush de que o dinheiro para a segurança estava a ir para Estados onde o risco de ameaça terrorista era mínimo comparado com uma cidade como Nova Iorque, onde os atentados de 11 de Setembro mataram cerca de 2.800 pessoas.
"Apesar de não termos sido atacados desde 11 de Setembro, devemos estar preparados para qualquer cenário possível".
Numa cenário de armas de destruição maciça, a equipa de resposta usa um laboratório móvel para identificar contaminantes químicos, biológicos ou radiológicos e substãncias tóxixas além de estabelecer as ligações de comunicação com outras agêncies.