Mundo
Num tom provocatório, Israel sugere à Turquia que receba "os amigos" do Hamas
O ministro israelita da Defesa critica a posição do Presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan.
Numa crescente onda de provocações entre Ancara e Telavive, o ministro israelita da Defesa, Israel Katz, propôs esta quinta-feira que a Turquia acolha membros do Hamas.
"Israel continuará a agir para alcançar plenamente os seus objetivos de segurança e garantir que a ameaça de 7 de outubro não possa voltar a acontecer", escreveu Katz na rede social X.
O ministro israelita acrescentou que, se o Presidente turco “quer ajudar os seus companheiros de viagem em Gaza, então que os convide a instalarem-se em Antália”, uma das mais cobiçadas regiões turísticas da Turquia.
A Turquia foi o primeiro país de maioria muçulmana a reconhecer Israel, mas Erdogan tem sido também um dos seus críticos mais contundentes, permitindo a presença de dirigentes do Hamas em território turco.
Em Agosto, Israel bombardeou uma base aérea no norte da Síria, perto da fronteira turca, com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a acusar Ancara de procurar estabelecer ali uma presença militar.
"Israel continuará a agir para alcançar plenamente os seus objetivos de segurança e garantir que a ameaça de 7 de outubro não possa voltar a acontecer", escreveu Katz na rede social X.
O ministro israelita acrescentou que, se o Presidente turco “quer ajudar os seus companheiros de viagem em Gaza, então que os convide a instalarem-se em Antália”, uma das mais cobiçadas regiões turísticas da Turquia.
A Turquia foi o primeiro país de maioria muçulmana a reconhecer Israel, mas Erdogan tem sido também um dos seus críticos mais contundentes, permitindo a presença de dirigentes do Hamas em território turco.
Em Agosto, Israel bombardeou uma base aérea no norte da Síria, perto da fronteira turca, com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a acusar Ancara de procurar estabelecer ali uma presença militar.
Já ontem, o ministro da Defesa de Israel garantiu que as forças armadas do país estão empenhadas em "terminar o trabalho" na Faixa de Gaza.
Desde o início da ofensiva israelita contra o enclave, em resposta ao ataque de 7 de outubro, já morreram mais de 73 mil pessoas.
(Com agências)