Mundo
Número de vítimas mortais ascende já a 92
Número de vítimas dos dois atentados em Oslo ascende já a 92 e a polícia já deteve um individuo que classifica como principal suspeito e que identificou como sendo Anders Behring Breivik, com ligações à extrema-direita local.
Às sete vítimas mortais do atentado com um carro armadilhado contra a sede do governo norueguês em pleno centro da capital, somam-se pelo menos 85 pessoas que perderam a vida na pequena ilha de Utoeya, onde decorria um encontro da juventude do Partido Trabalhista, partido que suporta parlamentarmente o governo.
A polícia já deteve um suspeito identificado como sendo Anders Behring Breivik e acredita que a autoria dos atentados é da responsabilidade de grupos políticos internos e não do terrorismo internacional.
O suspeito foi detido ainda na ilha de Utoeya, nas imediações de Oslo e estará agora a ser interrogado pelas autoridades policiais.
Antes do ataque ao capo da juventude, um carro armadilhado lançado contra o edifício onde funciona a sede de governo da Noruega matou, de acordo com o primeiro-ministro, Jens Stoltenberg, funcionários governamentais.
Desde o ano de 2005, quando 52 pessoas perderam a vida num ataque de um grupo terrorista islamita em Londres, que a Europa não conhecia um atentado tão grave.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já condenou publicamente os atentados sublinhando que “isto lembra-nos que toda a comunidade internacional tem uma grande responsabilidade na prevenção deste tipo de terror”.
A principio da tarde, uma bomba de forte potência – que terá tido origem num carro armadilhado – atingiu um edifício de 17 andares onde fica o gabinete do primeiro-ministro norueguês e afectou também as instalações de outros ministérios deixou um rasto de destroços e vidros no centro de Oslo.
Na ilhota de Utoeya decorria o tradicional acampamento da juventude Trabalhista norueguesa sempre muito concorrido. Poucas horas depois da explocão do carro armadilhado no centro de Oslo, e de acordo com testemunhas oculares, um homem alto e louro, vestido de polícia – e que estaria armado com uma pistola, uma arma automática e uma caçadeira – terá penetrado no acampamento da juventude e atirado de forma indiscriminada sobre os jovens que ai despreocupadamente conviviam.
Muitos dos jovens tentaram fugir daquela loucura lançando-se à água e tentando nadar para o continente que ficava ali à distância de umas braçadas. Muitos foram alvejados quando em plena água tentavam alcançar a segurança.
De acordo com uma jovem de 15 anos, Elise, que viveu a tragédia mas teve a sorte de lhe sobreviver, o homem vestido de polícia “primeiro disparou contra as pessoas na ilha e depois começou a disparar contra as pessoas na água”.
Chegada ao local, a polícia, desta vez a real, logo encetou prestou assistência aos vivos e encetou buscas para encontrar os cortos das vítimas. Algumas estavam ali bem à vista. Outras estavam mais escondidas. Alguns corpos foram descobertos apenas esta madrugada ao pesquisar a área em volta da ilha. As autoridades temem que o número de vítimas possa ainda aumentar depois de bem vistoriadas as águas que rodeiam a ilhota.
Na capital, as autoridades recomendaram às pessoas para permanecerem em casa no fim-de-semana e para evitarem as áreas mais movimentadas da cidade.
Anders Behring Breivik
Os primeiros suspeitos foram os radicais islâmicos mas a polícia acredita agora que a autoria dos atentados se deverá antes a organizações de ideologia de extrema-direita.
A pista surgiu quando polícia deteve um homem identificado como Anders Behring Breivik na ilha de Utoeya, loiro” e “etnicamente norueguês”, de acordo com fonte policial citada pelo Finantial Times.
“Muitas pistas indicam agora que se trata de uma pessoa com treino militar e que poderá estar ligada a ambientes neo-nazis aqui mesmo na Noruega”, indicou ao mesmo jornal Cecilie Hellestveit, perita do Instituto de Direito e Política Internacional de Oslo.
O chefe de polícia Sveinung Sponheim, revela entretanto que o “rasto online” do suspeito “sugere que ele teria simpatias políticas a apontar para a extrema-direita e que era anti-muçulmano”.
“Mas a motivação real para os ataques permanece por revelar”, indicou Sponheim à norueguesa NRK.
A polícia já deteve um suspeito identificado como sendo Anders Behring Breivik e acredita que a autoria dos atentados é da responsabilidade de grupos políticos internos e não do terrorismo internacional.
O suspeito foi detido ainda na ilha de Utoeya, nas imediações de Oslo e estará agora a ser interrogado pelas autoridades policiais.
Antes do ataque ao capo da juventude, um carro armadilhado lançado contra o edifício onde funciona a sede de governo da Noruega matou, de acordo com o primeiro-ministro, Jens Stoltenberg, funcionários governamentais.
Desde o ano de 2005, quando 52 pessoas perderam a vida num ataque de um grupo terrorista islamita em Londres, que a Europa não conhecia um atentado tão grave.
O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já condenou publicamente os atentados sublinhando que “isto lembra-nos que toda a comunidade internacional tem uma grande responsabilidade na prevenção deste tipo de terror”.
A principio da tarde, uma bomba de forte potência – que terá tido origem num carro armadilhado – atingiu um edifício de 17 andares onde fica o gabinete do primeiro-ministro norueguês e afectou também as instalações de outros ministérios deixou um rasto de destroços e vidros no centro de Oslo.
Na ilhota de Utoeya decorria o tradicional acampamento da juventude Trabalhista norueguesa sempre muito concorrido. Poucas horas depois da explocão do carro armadilhado no centro de Oslo, e de acordo com testemunhas oculares, um homem alto e louro, vestido de polícia – e que estaria armado com uma pistola, uma arma automática e uma caçadeira – terá penetrado no acampamento da juventude e atirado de forma indiscriminada sobre os jovens que ai despreocupadamente conviviam.
Muitos dos jovens tentaram fugir daquela loucura lançando-se à água e tentando nadar para o continente que ficava ali à distância de umas braçadas. Muitos foram alvejados quando em plena água tentavam alcançar a segurança.
De acordo com uma jovem de 15 anos, Elise, que viveu a tragédia mas teve a sorte de lhe sobreviver, o homem vestido de polícia “primeiro disparou contra as pessoas na ilha e depois começou a disparar contra as pessoas na água”.
Chegada ao local, a polícia, desta vez a real, logo encetou prestou assistência aos vivos e encetou buscas para encontrar os cortos das vítimas. Algumas estavam ali bem à vista. Outras estavam mais escondidas. Alguns corpos foram descobertos apenas esta madrugada ao pesquisar a área em volta da ilha. As autoridades temem que o número de vítimas possa ainda aumentar depois de bem vistoriadas as águas que rodeiam a ilhota.
Na capital, as autoridades recomendaram às pessoas para permanecerem em casa no fim-de-semana e para evitarem as áreas mais movimentadas da cidade.
Anders Behring Breivik
Os primeiros suspeitos foram os radicais islâmicos mas a polícia acredita agora que a autoria dos atentados se deverá antes a organizações de ideologia de extrema-direita.
A pista surgiu quando polícia deteve um homem identificado como Anders Behring Breivik na ilha de Utoeya, loiro” e “etnicamente norueguês”, de acordo com fonte policial citada pelo Finantial Times.
“Muitas pistas indicam agora que se trata de uma pessoa com treino militar e que poderá estar ligada a ambientes neo-nazis aqui mesmo na Noruega”, indicou ao mesmo jornal Cecilie Hellestveit, perita do Instituto de Direito e Política Internacional de Oslo.
O chefe de polícia Sveinung Sponheim, revela entretanto que o “rasto online” do suspeito “sugere que ele teria simpatias políticas a apontar para a extrema-direita e que era anti-muçulmano”.
“Mas a motivação real para os ataques permanece por revelar”, indicou Sponheim à norueguesa NRK.