Mundo
Oitenta presos políticos libertados na Venezuela
São pelo menos 80 os presos políticos agora libertados, acaba de noticiar a agência France Press.
Pelo menos 80 presos políticos foram libertados este domingo, com o processo de libertação a progredir a conta-gotas sob pressão de Washington. A indicação da libertação de mais um grupo foi avançada pela ONG Foro Penal.
"Pelo menos 80 presos políticos, cujos casos estamos a verificar, foram libertados hoje em todo o país. É provável que outras libertações venham ainda a ocorrer", escreve o diretor da Foro Penal, Alfredo Romero, na rede social X.
Al menos 80 presos políticos que estamos verificando han sido excarcelados el día de hoy en todo el país. Probablemente se producen más excarcelaciones.
— Alfredo Romero (@alfredoromero) January 25, 2026
No sábado, outra organização não-governamental (ONG), a Programa Venezuelano de Educação e Ação em Direitos Humanos (Provea), pediu às autoridades da Venezuela que revogassem o decreto de emergência externa que vigora no país desde que os Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro.
Segundo a Provea, o decreto é inconstitucional e permite reprimir a população por motivos políticos, sendo que com a sua revogação seria possível avançar num processo de reconciliação que conduza à redemocratização do país e ao respeito pela Constituição Nacional.
Em comunicado, a organização referiu ainda que "a reivindicação mais urgente, que une toda a sociedade, é a libertação plena, incondicional e imediata de todas as pessoas que se encontram arbitrariamente privadas de liberdade ou sujeitas a processos judiciais por motivos políticos e que continuam injustamente detidas em prisões e delegacias do país".
Segundo a Provea, os presos por motivos políticos e as suas famílias, "têm sido vítimas de graves abusos, incluindo tortura, tratamentos cruéis, desumanos e degradantes".
Na sexta-feira, a Plataforma Democrática Unitária (PUD), que reúne a maioria da oposição venezuelana, instou o Governo a publicar uma "lista detalhada" de presos políticos libertados nas últimas semanas.
Esta exigência surge depois de a presidente interina Delcy Rodríguez ter afirmado que 626 pessoas foram libertadas.
Segundo a Provea, o decreto é inconstitucional e permite reprimir a população por motivos políticos, sendo que com a sua revogação seria possível avançar num processo de reconciliação que conduza à redemocratização do país e ao respeito pela Constituição Nacional.
Em comunicado, a organização referiu ainda que "a reivindicação mais urgente, que une toda a sociedade, é a libertação plena, incondicional e imediata de todas as pessoas que se encontram arbitrariamente privadas de liberdade ou sujeitas a processos judiciais por motivos políticos e que continuam injustamente detidas em prisões e delegacias do país".
Segundo a Provea, os presos por motivos políticos e as suas famílias, "têm sido vítimas de graves abusos, incluindo tortura, tratamentos cruéis, desumanos e degradantes".
Na sexta-feira, a Plataforma Democrática Unitária (PUD), que reúne a maioria da oposição venezuelana, instou o Governo a publicar uma "lista detalhada" de presos políticos libertados nas últimas semanas.
Esta exigência surge depois de a presidente interina Delcy Rodríguez ter afirmado que 626 pessoas foram libertadas.
c/ agências