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"Para os americanos, nada é impossível". O discurso de Trump no Dia da Independência
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quinta-feira que "o país nunca esteve tão forte", elogiou o poder das forças militares norte-americanas e disse que os EUA vão colocar uma bandeira em Marte "em breve". Palavras no discurso para assinalar o Dia da Independência norte-americana. Um dia com parada militar invulgar e muito criticada pela oposição.
4 de julho de 1776. O Dia da Independência dos Estados Unidos, comemorado todos os anos pelos norte-americanos, com marchas, fogo-de-artifício e os estimados barbecues.
Porém, este ano, o feriado nacional assumiu uma dimensão diferente: Trump decidiu organizar uma parada militar, com direito a tanques, aviões de combate e helicópteros, inspirado pela parada a que assistiu aquando do Dia da Bastilha, em França.
O ato encontrou resistência – os opositores argumentaram que o evento organizado é despesista, feito com o dinheiro dos contribuintes.
Mas a parada aconteceu, todavia. Um discurso patriótico de dez minutos seguiu-se.
Em primeiro lugar, começou por referir-se à História norte-americana, comemorando as conquistas do país. "Hoje, juntamo-nos como uma nação. Celebramos a nossa História, o nosso povo e os heróis que, com orgulho, defendem a nossa bandeira: os corajosos homens e mulheres do exército dos Estados Unidos".
Trump prestou ainda homenagem às forças armadas norte-americanas, no espetáculo de pompa. "Durante mais de 65 anos, nenhuma força área inimiga conseguiu matar um único soldado americano. Porque o céu pertence à América", vangloriou-se Trump, em frente ao Lincoln Memorial.
Na mesma intervenção, o Presidente prometeu que as conquistas norte-americanas no espaço encontravam-se no futuro do país.
C/ Lusa
O ato encontrou resistência – os opositores argumentaram que o evento organizado é despesista, feito com o dinheiro dos contribuintes.
"Em vez de referir algo como os veteranos de guerra sem-abrigos, ele está a gastá-lo [o dinheiro] para aumentar o seu ego com uma parada que é fundamentalmente sobre ele, e depois, a arranjar bilhetes para os doadores ricos do partido republicano. Que desperdício de dinheiro", disse o candidato presidencial democrata Julián Castro à CBS News.
Mas a parada aconteceu, todavia. Um discurso patriótico de dez minutos seguiu-se.
Em primeiro lugar, começou por referir-se à História norte-americana, comemorando as conquistas do país. "Hoje, juntamo-nos como uma nação. Celebramos a nossa História, o nosso povo e os heróis que, com orgulho, defendem a nossa bandeira: os corajosos homens e mulheres do exército dos Estados Unidos".
"É a saga de 13 colónias separadas que se uniram para formar a mais justa e virtuosa república alguma vez concebida", continuou.
"A nação mais excecional da História do mundo"
De seguida, apelou à força dos EUA, afirmando que "a nação é mais forte hoje do que alguma vez foi" e prometeu que "para os americanos, nada é impossível". Altamente patriótico, Trump acrescentou que "foi o espírito, ousadia e força, excelência e aventura, coragem e confiança, lealdade e amor que tornaram este país na nação mais excecional da História do mundo".
Luís Baila - RTP
Trump prestou ainda homenagem às forças armadas norte-americanas, no espetáculo de pompa. "Durante mais de 65 anos, nenhuma força área inimiga conseguiu matar um único soldado americano. Porque o céu pertence à América", vangloriou-se Trump, em frente ao Lincoln Memorial.
Na mesma intervenção, o Presidente prometeu que as conquistas norte-americanas no espaço encontravam-se no futuro do país.
"Há exatamente 50 anos, o mundo assistiu com admiração aos astronautas da missão Apollo 11, que foram ao espaço. Nós vamos outra vez à Lua em breve e colocaremos a bandeira dos Estados Unidos em Marte, em breve".