Mundo
Paris. Sede da BlackRock invadida por ativistas ambientais
A administradora de ativos dos Estados Unidos, BlackRock, foi atacada esta segunda-feira, em Paris por dezenas de manifestantes. O ato teve como fim acabar com os investimentos em combustíveis fósseis.
O grupo de ativistas, Fridays for Future, entrou no prédio e barricou-se no seu interior. Várias paredes do escritório foram vandalizadas com símbolos anarquistas. Enquanto iam ocupando o espaço, cânticos como “ Mesmo que Macron não nos queira, estamos aqui” faziam-se ouvir entre os manifestantes.
Os barricados acabaram por sair sozinhos do edifício, após usarem cordas e armários para impedirem a entrada das forças de segurança.
Ao longo da sua passagem pelas instalações da BlackRock, diversas frases foram escritas: “Não defendemos a natureza, somos a natureza que se defende”; “Quero viver" e “Assassinos”.
“Esta empresa exerce uma influência em diversos setores e estamos a tentar transmitir a nossa revolta. Queremos mudar este sistema capitalista”, referiu Emilia, membro do grupo de ativistas.
A BlackRock já afirmou que condena de forma severa os atos de destruição nos seus escritórios.
Nos últimos tempos a empresa tem vindo a ser alvo de críticas, por se supor que beneficia da reforma previdenciária do governo francês, ou seja, é censurada por se envolver em assuntos políticos em prol do benefício dela própria e dos seus clientes.
Na sua carta anual, Larry Fink, presidente executivo da BlackRock comunicou que extinguiria qualquer investimento que representasse uma ameaça à sustentabilidade, tratando-se de uma “reformulação financeira”.
Outras empresas têm sido alvo de manifestações por parte de ativistas ambientais. Exemplo disso é o grupo de energia Royal Dutch Shell, em Haia e o escritório da McKinsey & Co em Londres.
Os barricados acabaram por sair sozinhos do edifício, após usarem cordas e armários para impedirem a entrada das forças de segurança.
Ao longo da sua passagem pelas instalações da BlackRock, diversas frases foram escritas: “Não defendemos a natureza, somos a natureza que se defende”; “Quero viver" e “Assassinos”.
“Esta empresa exerce uma influência em diversos setores e estamos a tentar transmitir a nossa revolta. Queremos mudar este sistema capitalista”, referiu Emilia, membro do grupo de ativistas.
A BlackRock já afirmou que condena de forma severa os atos de destruição nos seus escritórios.
Nos últimos tempos a empresa tem vindo a ser alvo de críticas, por se supor que beneficia da reforma previdenciária do governo francês, ou seja, é censurada por se envolver em assuntos políticos em prol do benefício dela própria e dos seus clientes.
Na sua carta anual, Larry Fink, presidente executivo da BlackRock comunicou que extinguiria qualquer investimento que representasse uma ameaça à sustentabilidade, tratando-se de uma “reformulação financeira”.
Outras empresas têm sido alvo de manifestações por parte de ativistas ambientais. Exemplo disso é o grupo de energia Royal Dutch Shell, em Haia e o escritório da McKinsey & Co em Londres.