Mundo
Pastor dinamarquês no banco dos réus descreve posse de pornografia infantil como "colecionar selos"
O homem de 60 anos lamenta “profundamente” o sucedido e afirma que não tem atração sexual por crianças, mas admite que teve um primeiro contacto com este conteúdo em 2017, numa altura em que desenvolveu vício em pornografia.
O pastor dinamarquês Tom Thygesen Frederiksen, que está a ser julgado por posse de mais de 80 mil imagens e vídeos pedopornográficos, alegou esta segunda-feira em tribunal que o download dos conteúdos era como “colecionar selos, mas de uma forma totalmente inadequada”.
“Por acaso, eu estava numa página com adolescentes seminuas, onde havia um link. Cliquei nesse link e lá estavam fotos proibidas”, justifica o réu, sendo que as fotos eram de striptease e que, por ser “proibido, adquiriu um valor fascinante”, alega Frederiksen.
O réu alega que nunca pagou por este topo de conteúdo e que fazia download dos conteúdos pelo facto dos vídeos e imagens serem alteradas a cada 24 horas.Descreve que era “colecionar selos, mas de uma forma totalmente inadequada”.
No total, são 78.701 imagens e 2.275 vídeos recolhidos, num total de cerca de 250 horas de gravação, que foram descobertas após uma busca a sua casa, em maio de 2024. Foram então apreendidos quatro computadores – incluindo computadores da paróquia – e quatro pens, na sequência de uma denúncia da plataforma Dropbox.
No enquadramento penal dinamarquês, existem três categorias de posse de pornografia infantil, sendo que o réu estava na posse de conteúdo que se insere em todas elas. A categoria três, a mais gravosa, refere-se a cenas de violência ou coerção sexual.Frederiksen tinha cerca de 716 imagens ou vídeos que se inserem nesta categoria, algo que o réu alega que o deixa “muito insatisfeito”.
Tom Thygesen Frederiksen era pastor em Hårslev, na Dinamarca, e trabalhava nos serviços de apoio a crianças até ao momento da detenção, em 2024, sendo que os crimes de que é acusado ocorreram entre 2017 e 2020, quando o réu terá desenvolvido vício em pornografia.
Desde essa data está sob baixa médica e a receber subsídio de desemprego, mas a procuradoria pede que o réu seja proibido de continuar a exercer funções religiosas e seja condenado a uma pena mínima de seis meses de prisão.
A defesa pede uma pena de cinco meses e alega que metade do material ilegal é composto por cópias.
O veredicto será conhecido a 25 de fevereiro.
“Por acaso, eu estava numa página com adolescentes seminuas, onde havia um link. Cliquei nesse link e lá estavam fotos proibidas”, justifica o réu, sendo que as fotos eram de striptease e que, por ser “proibido, adquiriu um valor fascinante”, alega Frederiksen.
O réu alega que nunca pagou por este topo de conteúdo e que fazia download dos conteúdos pelo facto dos vídeos e imagens serem alteradas a cada 24 horas.Descreve que era “colecionar selos, mas de uma forma totalmente inadequada”.
No total, são 78.701 imagens e 2.275 vídeos recolhidos, num total de cerca de 250 horas de gravação, que foram descobertas após uma busca a sua casa, em maio de 2024. Foram então apreendidos quatro computadores – incluindo computadores da paróquia – e quatro pens, na sequência de uma denúncia da plataforma Dropbox.
No enquadramento penal dinamarquês, existem três categorias de posse de pornografia infantil, sendo que o réu estava na posse de conteúdo que se insere em todas elas. A categoria três, a mais gravosa, refere-se a cenas de violência ou coerção sexual.Frederiksen tinha cerca de 716 imagens ou vídeos que se inserem nesta categoria, algo que o réu alega que o deixa “muito insatisfeito”.
Tom Thygesen Frederiksen era pastor em Hårslev, na Dinamarca, e trabalhava nos serviços de apoio a crianças até ao momento da detenção, em 2024, sendo que os crimes de que é acusado ocorreram entre 2017 e 2020, quando o réu terá desenvolvido vício em pornografia.
Desde essa data está sob baixa médica e a receber subsídio de desemprego, mas a procuradoria pede que o réu seja proibido de continuar a exercer funções religiosas e seja condenado a uma pena mínima de seis meses de prisão.
A defesa pede uma pena de cinco meses e alega que metade do material ilegal é composto por cópias.
O veredicto será conhecido a 25 de fevereiro.