Mundo
Polícia romena liberta escravos agrilhoados
Escravos como no tempo do império romano: trabalhavam agrilhoados para a Mafia romena. A polícia libertou cinco, mas admite que haja "dúzias" na mesmo situação.
A polícia de Bucareste emitiu um comunicado, revelando que encontrara cinco escravos, entre eles duas crianças, que trabalhavam a abater árvores para os madeireiros de uma região nos contrafortes dos Cárpatos, na aldeia de Berevoiesti.
A unidade especial da polícia para o combate ao crime organizado calculou em 40 o número de pessoas que poderão estar na mesma situação. Há entre elas várias pessoas com deficiências físicas ou mentais, que, segundo a polícia, são brutalmente espancadas e torturadas para obedecerem às ordcens dos madeireiros.
A polícia refere-se a 90 suspeitos de envolvimento nestes crimes. Cerca de 160 agentes realizaram dezenas de buscas domiciliárias e apreenderam elevadas quantias de dinheiro, ouro, ferramentas para o abate de árvores e camiões.
Segundo a organização de direitos humanos Walk Free Foundation, há actualmente cerca de 46 milhões de pessoas escravizadas em 167 países do mundo.
A unidade especial da polícia para o combate ao crime organizado calculou em 40 o número de pessoas que poderão estar na mesma situação. Há entre elas várias pessoas com deficiências físicas ou mentais, que, segundo a polícia, são brutalmente espancadas e torturadas para obedecerem às ordcens dos madeireiros.
A polícia refere-se a 90 suspeitos de envolvimento nestes crimes. Cerca de 160 agentes realizaram dezenas de buscas domiciliárias e apreenderam elevadas quantias de dinheiro, ouro, ferramentas para o abate de árvores e camiões.
Segundo a organização de direitos humanos Walk Free Foundation, há actualmente cerca de 46 milhões de pessoas escravizadas em 167 países do mundo.