Polícia timorense alerta cidadãos para burlas e falsificações nas redes sociais

Polícia timorense alerta cidadãos para burlas e falsificações nas redes sociais

A Polícia Científica e de Investigação Criminal (PCIC) de Timor-Leste alertou hoje todos os cidadãos para a circulação de esquemas de fraude financeira que operam através das redes sociais.

Lusa / Adicionar como fonte informativa

"Não responda, nem envie mensagens para números de `WhatsApp` desconhecidos que prometem dinheiro fácil e não partilhe os seus dados pessoais, documentos de identificação ou números de contas bancárias nas redes sociais", alerta a polícia timorense num aviso à população, divulgado na rede social Facebook.

O aviso surge no âmbito da monitorização e prevenção da cibercriminalidade relacionada com redes criminosas transnacionais que utilizam perfis falsos nas redes sociais, incluindo perfis que publicam ou divulgam em língua tétum, que determinadas pessoas ganharam muito dinheiro através de programas de lotaria ou jogos `online`.

A polícia timorense alerta também a população para não transferir dinheiro para pessoas ou entidades desconhecidas para "libertar" alegados prémios, salientando ainda a importância de denunciar imediatamente aquelas publicações e perfis nas redes sociais.

"A prevenção é a melhor arma contra a cibercriminalidade. Partilhe esta informação com a sua família e amigos para proteger a nossa comunidade", salienta a polícia timorense.

A PCIC pede também às pessoas vítimas daqueles esquemas para denunciarem os casos às autoridades.

A polícia timorense alerta ainda os cidadãos para o facto de os criminosos utilizarem as redes sociais para encaminhar as vítimas para números de WhatsApp estrangeiros, principalmente na Indonésia.

"Outra prática consiste na apresentação de comprovativos bancários falsificados, utilizando ilegalmente o logótipo e imagens do BNCTL (Banco Nacional de Comércio de Timor-Leste), para mostrar saldos de milhares de dólares norte-americanos", alerta a polícia.

Depois de convencerem as vítimas, os criminosos exigem o pagamento antecipado de falsas "taxas administrativas", "impostos" ou "custos de transferência". Na realidade, o alegado prémio não existe.

 

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