Mundo
Polícias da Alemanha e da Tunísia colaboram na caça ao homem
A pedido da polícia alemã, a polícia tunisina interrogou hoje a família de Anis Amri, suspeito de ter cometido o atentado de segunda feira no mercado de Natal da Breitscheidplatz, em Berlim.
O responsável da polícia alemã para a luta antiterrorista ublicou uma fotografia de Anis Amri, tunisino de 24 anos (na foto), e anunciou que seria paga uma recompensa na ordem de uma centena de milhares de euros a quem fornecesse informações conducentes à sua captura.
A Polícia Criminal Federal (BKA) tem advertido o público de que Amri pode estar armado e ser perigoso. Pede, portanto, informações, mas aconselha prudência e distância.
Apesar dessa perigosidade, o estatuto de Amri não é, oficialmente, o de um "suspeito". A BKA precisa que ele é procurado em relação com o atentado de segunda feira - e por enquanto é tudo.

DR
Segundo a Agência France Presse, uma brigada antiterrorista da polícia tunisina interrogou os pais d e Amri, que residem em Oueslatia, no centro da Tunísia. Amri tem quatro irmãs e um irmão, segundo uma fonte ouvida pela AFP a coberto do anonimato.
Segundo um responsável policial, Amri tinha emigrado clandestinamente para Itália, onde permaneceu durante três anos. Daí partiu depois apra a Alemanha.
As autoridades alemãs referiram também que o homem chegara ao país em julho de 2015 e apresentara um pedido de asilo. Esse pedido foi recusado em junho último. Contudo, não foi possível repatriá-lo entretanto, porque a Tunísia não admitiu a sua qualidade de cidadão tunisino e durante vários meses se manteve nesse negativa. Hoje, finalmente, acabou por admiti-la e por fornecer um documento de viagem que permitia expulsá-lo.
A Polícia Criminal Federal (BKA) tem advertido o público de que Amri pode estar armado e ser perigoso. Pede, portanto, informações, mas aconselha prudência e distância.
Apesar dessa perigosidade, o estatuto de Amri não é, oficialmente, o de um "suspeito". A BKA precisa que ele é procurado em relação com o atentado de segunda feira - e por enquanto é tudo.
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Segundo a Agência France Presse, uma brigada antiterrorista da polícia tunisina interrogou os pais d e Amri, que residem em Oueslatia, no centro da Tunísia. Amri tem quatro irmãs e um irmão, segundo uma fonte ouvida pela AFP a coberto do anonimato.
Segundo um responsável policial, Amri tinha emigrado clandestinamente para Itália, onde permaneceu durante três anos. Daí partiu depois apra a Alemanha.
As autoridades alemãs referiram também que o homem chegara ao país em julho de 2015 e apresentara um pedido de asilo. Esse pedido foi recusado em junho último. Contudo, não foi possível repatriá-lo entretanto, porque a Tunísia não admitiu a sua qualidade de cidadão tunisino e durante vários meses se manteve nesse negativa. Hoje, finalmente, acabou por admiti-la e por fornecer um documento de viagem que permitia expulsá-lo.