Mundo
Portugal com a segunda taxa de natalidade mais baixa na UE
Em 2015, Portugal teve a segunda menor taxa bruta de natalidade da União Europeia (8,3 por mil habitantes). Uma percentagem que combinada com a taxa de mortalidade de 10,3 por cento faz com que o país apresente um saldo negativo de -2,2 por cento na substituição de gerações. Os dados foram revelados esta sexta-feira pelo gabinete oficial de estatística da União Europeia.
No mesmo ano, a população total da União Europeia registou, pela primeira vez, uma taxa de crescimento natural – diferença entre nascimentos e óbitos – negativa, -0,3 por mil habitantes, tendo registado 5,1 milhões de recém-nascidos e 5,2 milhões de mortes.
A Irlanda (14,2 por mil habitantes) regista a maior taxa bruta de natalidade, seguida por França (12,0 por mil habitantes), o Reino Unido surge em terceiro lugar na lista com 11,9 por mil habitantes e a Suécia em quarto com 11,7 por mil habitantes. Do lado oposto da tabela está a Itália (8,0 por mil habitantes), Portugal (8,3 por mil habitantes) e a Grécia com 8,5 por mil habitantes.
Os dados do Eurostat revelam, ainda, que a média dos 28 Estados-membros é de uma natalidade bruta de 10,0 por mil habitantes.
Apesar da taxa de crescimento natural negativa, de 2015 para 2016, a população nos 28 Estados-membros aumentou em quase dois milhões de pessoas (3,5 por mil habitantes), o que pode ser explicado pelo fluxo migratório.
População aumenta na UE e cai em Portugal
De 2015 para 2016, a população residente na União Europeia aumentou 3,5 por mil habitantes. Em janeiro último, a população total nos 28 Estados-membros estava estimada nos 510,1 milhões de pessoas. No mês homólogo a população total era de 508,3 milhões de pessoas.
No mesmo período (2015-2016), a população residente em Portugal caiu 3,2 por mil habitantes, para os 10.341,3 milhões.
O Luxemburgo, com 23,30 por mil residentes, foi o país da União Europeia que registou o maior crescimento demográfico, seguindo-se a Áustria (11,4), a Alemanha (11,8), a Suécia (10,06) e a Bélgica (7,2).
A Lituânia (-11,3), Letónia (-8,8), Croácia (-8,2), Bulgária (-6,7), a Grécia (-6,0) e a Roménia (-5,6), foram os países que registaram as maiores quebras em termos demográficos.
Os Estados-membros da União Europeia mais populosos continuam a ser a Alemanha (82,2 milhões de residentes), a França (66,7 milhões), o Reino Unido (66,3 milhões) e a Itália (60,7 milhões). Estes quatro países juntos representam mais de metade da população da UE.
A Irlanda (14,2 por mil habitantes) regista a maior taxa bruta de natalidade, seguida por França (12,0 por mil habitantes), o Reino Unido surge em terceiro lugar na lista com 11,9 por mil habitantes e a Suécia em quarto com 11,7 por mil habitantes. Do lado oposto da tabela está a Itália (8,0 por mil habitantes), Portugal (8,3 por mil habitantes) e a Grécia com 8,5 por mil habitantes.
Os dados do Eurostat revelam, ainda, que a média dos 28 Estados-membros é de uma natalidade bruta de 10,0 por mil habitantes.
Apesar da taxa de crescimento natural negativa, de 2015 para 2016, a população nos 28 Estados-membros aumentou em quase dois milhões de pessoas (3,5 por mil habitantes), o que pode ser explicado pelo fluxo migratório.
População aumenta na UE e cai em Portugal
De 2015 para 2016, a população residente na União Europeia aumentou 3,5 por mil habitantes. Em janeiro último, a população total nos 28 Estados-membros estava estimada nos 510,1 milhões de pessoas. No mês homólogo a população total era de 508,3 milhões de pessoas.
No mesmo período (2015-2016), a população residente em Portugal caiu 3,2 por mil habitantes, para os 10.341,3 milhões.
O Luxemburgo, com 23,30 por mil residentes, foi o país da União Europeia que registou o maior crescimento demográfico, seguindo-se a Áustria (11,4), a Alemanha (11,8), a Suécia (10,06) e a Bélgica (7,2).
A Lituânia (-11,3), Letónia (-8,8), Croácia (-8,2), Bulgária (-6,7), a Grécia (-6,0) e a Roménia (-5,6), foram os países que registaram as maiores quebras em termos demográficos.
Os Estados-membros da União Europeia mais populosos continuam a ser a Alemanha (82,2 milhões de residentes), a França (66,7 milhões), o Reino Unido (66,3 milhões) e a Itália (60,7 milhões). Estes quatro países juntos representam mais de metade da população da UE.