Mundo
Portugal envia 60 operacionais para a Venezuela e reforça dispositivo para o verão
O Governo português vai enviar 60 operacionais para a Venezuela para integrar uma operação de busca, salvamento e socorro.
O anúncio foi feito hoje pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, à margem da Cerimónia de Compromisso de Honra do 38.º Curso de Formação de Oficiais de Polícia, realizada no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI), em Lisboa.
Portugal pretendia disponibilizar um contingente ainda maior ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil. No entanto, Luís Neves explicou que, para já, não foi possível enviar mais meios.
Segundo o ministro, também outras entidades e as regiões autónomas manifestaram disponibilidade para reforçar a missão, mas esse apoio continua dependente da evolução da operação e da articulação com os mecanismos europeus.
À margem da cerimónia, que assinalou o compromisso de honra dos futuros oficiais da PSP e que contou também com a presença do diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, o ministro deixou ainda um alerta para os próximos meses.
Luís Neves afirmou que o país enfrenta um verão que será "muito duro". A partir de amanhã entra em vigor a fase Delta de prontidão, com o reforço do dispositivo de resposta. Estarão disponíveis mais 15 mil operacionais das forças de segurança para responder a qualquer eventualidade. Apesar das previsões exigentes, o governante garantiu que todos os incêndios registados até ao momento foram rapidamente dominados e assegurou que, se a situação o justificar, poderá ser ativado um mecanismo especial de resposta, semelhante ao que foi utilizado durante as tempestades que afetaram a região Oeste.
O ministro abordou ainda as negociações com os sindicatos que representam as forças de segurança. Apesar de ainda não existir um acordo, Luís Neves mostrou-se confiante de que o processo negocial acabará por conduzir a uma solução justa para todas as partes.
As negociações entre o Governo e os sindicatos prosseguem.
Portugal pretendia disponibilizar um contingente ainda maior ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil. No entanto, Luís Neves explicou que, para já, não foi possível enviar mais meios.
Segundo o ministro, também outras entidades e as regiões autónomas manifestaram disponibilidade para reforçar a missão, mas esse apoio continua dependente da evolução da operação e da articulação com os mecanismos europeus.
À margem da cerimónia, que assinalou o compromisso de honra dos futuros oficiais da PSP e que contou também com a presença do diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, o ministro deixou ainda um alerta para os próximos meses.
Luís Neves afirmou que o país enfrenta um verão que será "muito duro". A partir de amanhã entra em vigor a fase Delta de prontidão, com o reforço do dispositivo de resposta. Estarão disponíveis mais 15 mil operacionais das forças de segurança para responder a qualquer eventualidade. Apesar das previsões exigentes, o governante garantiu que todos os incêndios registados até ao momento foram rapidamente dominados e assegurou que, se a situação o justificar, poderá ser ativado um mecanismo especial de resposta, semelhante ao que foi utilizado durante as tempestades que afetaram a região Oeste.
O ministro abordou ainda as negociações com os sindicatos que representam as forças de segurança. Apesar de ainda não existir um acordo, Luís Neves mostrou-se confiante de que o processo negocial acabará por conduzir a uma solução justa para todas as partes.
As negociações entre o Governo e os sindicatos prosseguem.