PR timorense manifesta solidariedade a Pequim e Katmandu na sequência de enxurrada

PR timorense manifesta solidariedade a Pequim e Katmandu na sequência de enxurrada

O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, manifestou solidariedade à China e ao Nepal, na sequência da enxurrada ocorrida há quase uma semana na fronteira entre os dois países e que provocou mais de 1.000 mortos.

Lusa / Adicionar como fonte informativa

"Recebemos com profunda tristeza a notícia da perda de vidas humanas, do elevado número de pessoas desaparecidas e dos graves danos causados às comunidades, habitações, estradas e outras infraestruturas", pode ler-se numa mensagem enviada por José Ramos-Horta às autoridades do Nepal e divulgada terça-feira.

As autoridades nepalesas atualizaram terça-feira para 1.050 mortos e 3.916 desaparecidos o balanço provisório da enxurrada devastadora que atingiu há quase uma semana o norte do país, na fronteira com a região chinesa do Tibete.

A imprensa estatal chinesa noticiou 16 mortos e 546 no Tibete, pelo que o total provisório de vítimas da catástrofe passou para 1.066 mortos e 4.562 desaparecidos, segundo a agência francesa AFP.

Numa outra carta dirigida às autoridades chinesas, o Presidente timorense transmite "solidariedade e compaixão" e votos de "força e esperança a todos os afetados por aquela tragédia".

A dimensão da catástrofe de 26 de agosto está a dificultar os trabalhos de resgate no Nepal e no Tibete, com deslizamentos de terra, estradas destruídas e danos generalizados a isolarem zonas remotas.

As equipas enfrentam condições difíceis na busca em terrenos instáveis e pilhas de escombros, aumentando o receio de que o número de mortos possa subir à medida que os socorristas alcancem as comunidades isoladas.

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