Presidente da AR nega secretismo e falta de transparência do Parlamento
Maputo, 01 out (Lusa) -- A presidente da Assembleia da República (AR) de Moçambique, Verónica Macamo, discorda com a avaliação do Instituto de Comunicação da África Austral (Misa-Moçambique), que indica a AR como a instituição pública "mais secretista e não transparente".
Segundo a pesquisa do Misa-Moçambique acerca das instituições "Positivas e Negativas de 2010", apresentada terça feira, "o secretismo desta Assembleia (da República) é um embaraço para a nação moçambicana e também coloca em perigo sério o direito dos cidadãos de conhecer as suas actividades, operações e leis que são necessários para eles exercerem os seus direitos sociais e económicos".
O Misa-Moçambique refere ainda ser "difícil julgar seriamente a Assembleia da República de Moçambique tendo em conta o nível de secretismo e ineficiência", pois "o mais natural que se espera de um Parlamento é a transparência e abertura com a função de facilitar o conhecimento e distribuição mais alargada das leis que aprova".