Mundo
Presidente da Polónia não vai assinar o Tratado de Lisboa
Mais um revés no caminho do Tratado de Lisboa após o “Não” irlandês. O presidente polaco recusa-se a assinar o documento. Uma informação conhecida no dia em que a França assume a presidência da UE.
Lech Kaczynski afirmou que “por agora, a questão do tratado está sem substância”, após a recusa do irlandeses em ratificar o Tratado de Lisboa.
A decisão do presidente conservador polaco foi recebida com alguma surpresa, principalmente porque em Abril o Parlamento do país autorizou a ratificação do Tratado de Lisboa por Kaczynski.
Na altura, o presidente da Comissão europeia, Durão Barroso, felicitou a Polónia pelo acto, afirmando que a decisão mostrava” que o Tratado une mais do que divide e foi objecto de um acordo entre o Governo polaco, o presidente e as forças políticas”.
A assinatura do presidente polaco é obrigatória para que o Tratado seja efectivamente ratificado no país.
“É difícil dizer como é que isto vai acabar”, disse Lech Kaczynski. “A afirmação segundo a qual não há União se não houver Tratado não é séria”.
França assume a presidência da União Europeia
A partir de hoje e durante os próximos seis meses vai ser a França a liderar o processo do Tratado de Lisboa, agora mais fragilizado com a decisão polaca.
Às 00h00 a Torre Eiffel foi iluminada de azul e decorada com 12 estrelas para marcar o acto de transferência de poderes.
Ainda hoje o presidente francês Nicolas Sarkozy vai reunir-se com a Comissão Europeia, liderada por Durão Barroso, para acertar a agenda da União Europeia até Janeiro.
Paris tem como prioridades para esta presidência a imigração, alterações climáticas, defesa e agricultura.
A decisão do presidente conservador polaco foi recebida com alguma surpresa, principalmente porque em Abril o Parlamento do país autorizou a ratificação do Tratado de Lisboa por Kaczynski.
Na altura, o presidente da Comissão europeia, Durão Barroso, felicitou a Polónia pelo acto, afirmando que a decisão mostrava” que o Tratado une mais do que divide e foi objecto de um acordo entre o Governo polaco, o presidente e as forças políticas”.
A assinatura do presidente polaco é obrigatória para que o Tratado seja efectivamente ratificado no país.
“É difícil dizer como é que isto vai acabar”, disse Lech Kaczynski. “A afirmação segundo a qual não há União se não houver Tratado não é séria”.
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A partir de hoje e durante os próximos seis meses vai ser a França a liderar o processo do Tratado de Lisboa, agora mais fragilizado com a decisão polaca.
Às 00h00 a Torre Eiffel foi iluminada de azul e decorada com 12 estrelas para marcar o acto de transferência de poderes.
Ainda hoje o presidente francês Nicolas Sarkozy vai reunir-se com a Comissão Europeia, liderada por Durão Barroso, para acertar a agenda da União Europeia até Janeiro.
Paris tem como prioridades para esta presidência a imigração, alterações climáticas, defesa e agricultura.