Mundo
Guerra na Ucrânia
Primeiro-ministro checo afirma que futuro da Ucrânia é na NATO
O primeiro-ministro da Chéquia, Petr Fiala, defendeu que o futuro da Ucrânia é na União Europeia e na NATO, depois de se ter reunido com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Praga esta sexta-feira.
O presidente ucraniano esteve esta sexta-feira em Praga, na segunda etapa de um périplo por aliados membros da NATO.
Volodymyr Zelensky procura um sinal claro de apoio à entrada da Ucrânia na NATO, antes da cimeira da Aliança Atlântica na próxima semana.
Zelensky recebeu o apoio do primeiro-ministro da Chéquia, Petr Fiala, que defendeu que o futuro da Ucrânia é na União Europeia e na NATO.
"Não sabemos quando a guerra vai acabar, mas o que sabemos agora é que precisamos abrir a porta da União Europeia e da Aliança do Atlântico Norte ao bravo povo ucraniano", disse Fiala em conferência de imprensa ao lado de Zelensky.
Os 31 países-membros da NATO vão reunir-se em Vílnius nos dias 11 e 12 deste mês. Os aliados de Kiev defendem o apoio ao esforço de guerra de Kiev, mas estão divididos quanto a uma entrada rápida da Ucrânia na Aliança Atlântica. Zelensky, por sua vez, reclama mais clareza sobre o processo ucraniano na cimeira da próxima semana, argumentando que a Ucrânia precisa de muito mais do que a declaração comum de que a porta para a aliança está "aberta".
“Algumas pessoas ainda olham para Moscovo e outras têm medo da Rússia, mas eu acredito que este é um momento único e uma grande oportunidade para mostrar a coragem da Aliança”, disse Zelensky, que pede um “sinal concreto” para a entrada da Ucrânia na UE.
“Precisamos dessa motivação e de honestidade nas nossas relações”, disse Zelensky.
Kiev pede mais armas de longo alcance
Zelensky voltou a apelar ao envio de mais armas de longo alcance, afirmando que será difícil combater a Rússia sem elas.
"Sem armas de longo alcance, é difícil não só levar a cabo missões ofensivas, mas também, para ser honesto, operações defensivas. Estamos a discutir este assunto com os Estados Unidos, é uma questão que depende deles neste momento", disse o presidente ucraniano.
Para Zelensky, a entrega de armas de longo alcance à Ucrânia "depende apenas" de uma decisão de Washington.
Durante a visita a Praga, Zelensky recebeu a garantia de que o Governo checo vai doar à Ucrânia mais helicópteros de ataque, munições de artilharia e a contribuição da República Checa na formação de pilotos ucranianos nos caças F-16 para se defender da invasão russa.
Numa mensagem na rede social Twitter, Fiala disse que a República Checa, um dos principais fornecedores de ajuda militar à Ucrânia, vai fornecer simuladores de voo para que os pilotos ucranianos possam treinar para pilotar 'F-16' também em solo ucraniano.
Depois da visita à Bulgária e à Chéquia, o presidente ucraniano segue ainda esta sexta-feira para a Turquia. Zelensky e Recep Tayyip Erdogan, vão estar frente a frente pela primeira vez desde o início da guerra.
A Rússia já veio afirmar que vai acompanhar “muito de perto” as negociações entre Ancara e Kiev.
c/ agências
Volodymyr Zelensky procura um sinal claro de apoio à entrada da Ucrânia na NATO, antes da cimeira da Aliança Atlântica na próxima semana.
Zelensky recebeu o apoio do primeiro-ministro da Chéquia, Petr Fiala, que defendeu que o futuro da Ucrânia é na União Europeia e na NATO.
"Não sabemos quando a guerra vai acabar, mas o que sabemos agora é que precisamos abrir a porta da União Europeia e da Aliança do Atlântico Norte ao bravo povo ucraniano", disse Fiala em conferência de imprensa ao lado de Zelensky.
Os 31 países-membros da NATO vão reunir-se em Vílnius nos dias 11 e 12 deste mês. Os aliados de Kiev defendem o apoio ao esforço de guerra de Kiev, mas estão divididos quanto a uma entrada rápida da Ucrânia na Aliança Atlântica. Zelensky, por sua vez, reclama mais clareza sobre o processo ucraniano na cimeira da próxima semana, argumentando que a Ucrânia precisa de muito mais do que a declaração comum de que a porta para a aliança está "aberta".
“Algumas pessoas ainda olham para Moscovo e outras têm medo da Rússia, mas eu acredito que este é um momento único e uma grande oportunidade para mostrar a coragem da Aliança”, disse Zelensky, que pede um “sinal concreto” para a entrada da Ucrânia na UE.
“Precisamos dessa motivação e de honestidade nas nossas relações”, disse Zelensky.
Kiev pede mais armas de longo alcance
Zelensky voltou a apelar ao envio de mais armas de longo alcance, afirmando que será difícil combater a Rússia sem elas.
"Sem armas de longo alcance, é difícil não só levar a cabo missões ofensivas, mas também, para ser honesto, operações defensivas. Estamos a discutir este assunto com os Estados Unidos, é uma questão que depende deles neste momento", disse o presidente ucraniano.
Para Zelensky, a entrega de armas de longo alcance à Ucrânia "depende apenas" de uma decisão de Washington.
Durante a visita a Praga, Zelensky recebeu a garantia de que o Governo checo vai doar à Ucrânia mais helicópteros de ataque, munições de artilharia e a contribuição da República Checa na formação de pilotos ucranianos nos caças F-16 para se defender da invasão russa.
I confirmed to President Zelensky today that the Czech Republic will donate more attack helicopters to Ukraine and hundreds of thousands more pieces of large-calibre ammunition in the coming months.
— Petr Fiala (@P_Fiala) July 7, 2023
We will also help Ukraine with pilot training, including training for F-16… pic.twitter.com/2Wo0O0WCFy
Numa mensagem na rede social Twitter, Fiala disse que a República Checa, um dos principais fornecedores de ajuda militar à Ucrânia, vai fornecer simuladores de voo para que os pilotos ucranianos possam treinar para pilotar 'F-16' também em solo ucraniano.
Depois da visita à Bulgária e à Chéquia, o presidente ucraniano segue ainda esta sexta-feira para a Turquia. Zelensky e Recep Tayyip Erdogan, vão estar frente a frente pela primeira vez desde o início da guerra.
A Rússia já veio afirmar que vai acompanhar “muito de perto” as negociações entre Ancara e Kiev.
c/ agências