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Irão está "totalmente preparado" para a guerra mas abre a porta a negociações
Após as repetidas ameaças de Donald Trump, o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros declarou que o Irão "não quer a guerra", embora esteja "totalmente preparado", deixando em aberto a possibilidade de futuras negociações.
O Irão admitiu, esta segunda-feira, que está preparado para o conflito, mas também pronto para negociar. Declarações de Abbas Araghchi após o presidente norte-americano ter alertado que os Estados Unidos podiam intervir para impedir a repressão cada vez mais violenta do governo iraniano contra os protestos da oposição.
“Não queremos a guerra, mas estamos preparados para ela — ainda mais preparados do que na guerra anterior”, disse o MNE iraniano numa conferência com embaixadores estrangeiros na capital, Teerão, em declarações transmitidas pela televisão estatal.
O ministro dos Negócios Estrangeiros referia-se à guerra de 12 dias com Israel em junho passado, na qual os Estados Unidos entraram para bombardear as instalações nucleares do Irão.
“Também estamos prontos para negociações, mas negociações justas, com igualdade de direitos e respeito mútuo”, acrescentou o governante iraniano.
Os meios de comunicação iraniano divulgaram imagens de grandes multidões em várias cidades, em manifestações de apoio ao Governo, e cortejos fúnebres para agentes de segurança mortos nos distúrbios que começaram há duas semanas.
“A grande nação do Irão demonstrou a si mesma, a sua determinação e sua identidade aos seus inimigos”, disse o aiatolá Ali Khamenei, num comunicado.
O líder supremo do Irão considerou que esta mobilização de apoiantes do Governo, que saíram às ruas em resposta à vaga de protestos no país há duas semanas, é um aviso aos Estados Unidos.
"Este foi um aviso aos políticos norte-americanos para que parem com as manobras enganadoras", acrescentou Ali Khamenei, após repetidas ameaças de Donald Trump de uma intervenção militar em apoio dos manifestantes antigovernamentais.
“Não queremos a guerra, mas estamos preparados para ela — ainda mais preparados do que na guerra anterior”, disse o MNE iraniano numa conferência com embaixadores estrangeiros na capital, Teerão, em declarações transmitidas pela televisão estatal.
O ministro dos Negócios Estrangeiros referia-se à guerra de 12 dias com Israel em junho passado, na qual os Estados Unidos entraram para bombardear as instalações nucleares do Irão.
“Também estamos prontos para negociações, mas negociações justas, com igualdade de direitos e respeito mútuo”, acrescentou o governante iraniano.
Os meios de comunicação iraniano divulgaram imagens de grandes multidões em várias cidades, em manifestações de apoio ao Governo, e cortejos fúnebres para agentes de segurança mortos nos distúrbios que começaram há duas semanas.
“A grande nação do Irão demonstrou a si mesma, a sua determinação e sua identidade aos seus inimigos”, disse o aiatolá Ali Khamenei, num comunicado.
O líder supremo do Irão considerou que esta mobilização de apoiantes do Governo, que saíram às ruas em resposta à vaga de protestos no país há duas semanas, é um aviso aos Estados Unidos.
"Este foi um aviso aos políticos norte-americanos para que parem com as manobras enganadoras", acrescentou Ali Khamenei, após repetidas ameaças de Donald Trump de uma intervenção militar em apoio dos manifestantes antigovernamentais.
O líder supremo iraniano disse ainda, na mesma nota divulgada, que estas “manifestações maciças e determinadas frustraram o plano de inimigos estrangeiros”, que seria executado por “mercenários iranianos".
C/agências