Mundo
Guerra no Médio Oriente
Putin aceitou iniciativa do Vaticano para ajudar população de Oleshky
O presidente russo, Vladimir Putin, aceitou uma iniciativa do Vaticano para ajudar a levar mantimentos aos civis da cidade ucraniana Oleshky, atualmente sob controlo russo.
Putin falou esta sexta-feira por telefone com o papa Leão XIV, que continua internado após ter sido operado a um nódulo nos pulmões.
Durante a conversa, o papa norte-americano expressou "profunda preocupação com a grave crise humanitária" na cidade ucraniana de Oleshky, na região de Kherson, indicou o Vaticano num comunicado.
Leão XIV apelou a Putin para "uma trégua que permita a chegada de ajuda alimentar e sanitária, bem como a retirada voluntária e segura da população civil" daquela cidade.
O Kremlin anunciou, entretanto, que concordou com a iniciativa do Vaticano.
"A intenção do Vaticano de ajudar a criar as condições necessárias para garantir a segurança da população da cidade e organizar o fornecimento de bens essenciais recebeu o nosso apoio", declarou o Kremlin em comunicado.
"Ficou acordado que haverá cooperação sobre esta questão”, acrescentou o Kremlin.
Durante a conversa, o papa norte-americano expressou "profunda preocupação com a grave crise humanitária" na cidade ucraniana de Oleshky, na região de Kherson, indicou o Vaticano num comunicado.
Leão XIV apelou a Putin para "uma trégua que permita a chegada de ajuda alimentar e sanitária, bem como a retirada voluntária e segura da população civil" daquela cidade.
O Kremlin anunciou, entretanto, que concordou com a iniciativa do Vaticano.
"A intenção do Vaticano de ajudar a criar as condições necessárias para garantir a segurança da população da cidade e organizar o fornecimento de bens essenciais recebeu o nosso apoio", declarou o Kremlin em comunicado.
"Ficou acordado que haverá cooperação sobre esta questão”, acrescentou o Kremlin.
A cidade de Oleshky, no sul da Ucrânia, enfrenta uma grave crise humanitária. A cidade está sob controlo russo desde fevereiro de 2022 e os residentes queixam-se de falta quase total de alimentos, medicamentos, água potável, eletricidade e gás.
A Rússia e a Ucrânia acusam-se mutuamente de bloquear o envio de mantimentos para a população da cidade.
A cidade está cercada por estradas minadas e sob ameaça constante de ataques, o que torna extremamente perigoso sair ou levar ajuda.
Em setembro, a Ucrânia conseguiu entregar, através de drones, cerca de quatro toneladas de alimentos para algumas centenas de pontos, mas a ajuda foi insuficiente face a dimensão da crise.