Mundo
Qassem Soleimani. Comunidade internacional preocupada com o escalar da violência
Entre ameaças e apelos à calma, o mundo reage à morte do general Soleimani. A China pede prudência, a França diz que o mundo acordou "mais perigoso" e nos EUA, a presidente da Câmara dos Representantes diz que o congresso não foi avisado deste ataque. No entanto, Israel diz estar do lado dos EUA.
Do Irão chega a promessa de uma vingança sem precedentes, apoiada pelo líder do movimento xiita libanês Hezbollah, grande aliado do Irão. A Síria fala de uma agressão "cobarde americana" e a Rússia alerta para as consequências desta operação desastrosa dos americanos, enquanto a China pede prudência.