Qassem Soleimani. Comunidade internacional preocupada com o escalar da violência

Entre ameaças e apelos à calma, o mundo reage à morte do general Soleimani. A China pede prudência, a França diz que o mundo acordou "mais perigoso" e nos EUA, a presidente da Câmara dos Representantes diz que o congresso não foi avisado deste ataque. No entanto, Israel diz estar do lado dos EUA.

RTP /
Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, considera que o país e resto do mundo não podem permitir uma escalada de tensões que chegue a um "ponto sem retorno".

Do Irão chega a promessa de uma vingança sem precedentes, apoiada pelo líder do movimento xiita libanês Hezbollah, grande aliado do Irão. A Síria fala de uma agressão "cobarde americana" e a Rússia alerta para as consequências desta operação desastrosa dos americanos, enquanto a China pede prudência.
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