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Guerra no Médio Oriente
"Quem não o aprovaria?". Trump vai pedir revisão do acordo com Irão ao Congresso
O texto redigido do acordo de paz com o Irão deve ser tornado público "em alguns dias". Mas antes, Donald Trump deve enviar ao Congresso dos Estados Unidos para uma revisão antes da assinatura oficial, marcada para sexta-feira.
Antes de iniciar uma reunião com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan, à margem da cimeira do G7, Donald Trump prometeu publicar o documento e até recitar o texto do acordo de paz. O presidente norte-americano pretende submeter documento ao Congresso e não esconde estar confiante na assinatura de um futuro acordo final.
“Nunca pensei em enviá-lo” ao Congresso, disse inicialmente quando questionado sobre o assunto à margem da cimeira do bloco das sete maiores economias mundiais (G7) em Evian, leste de França. “Mas vou enviá-lo ao Congresso. Gosto dessa ideia”.
E dirigindo-se aos jornalistas presentes, deixou a questão: “Afinal, quem não o aprovaria?”
A ausência de detalhes sobre o memorando de entendimento com Teerão levou a um escrutínio bipartidário no Capitólio sobre o que o acordo pode conter e quão favoráveis são os termos para os EUA. Os republicanos no Capitólio querem que Trump forneça mais informações, e alguns expressam ceticismo quanto à capacidade do acordo de dissuadir o Irão de desenvolver armas nucleares.
Questionado sobre o texto, já assinado eletronicamente e que será formalizado durante uma cerimónia na sexta-feira na estância alpina de Bürgenstock, perto de Lucerna, o líder norte-americano prometeu novamente torná-lo público.
“Não vou apenas publicá-lo, vou certamente dar uma conferência de imprensa e lê-lo até à vírgula para ter a certeza de que a imprensa o cobre corretamente”, esclareceu.
Trump já tinha indicado que pretendia esperar até depois da cerimónia de assinatura na sexta-feira para publicar o texto. E quanto a um acordo final de paz, considerou viável chegar a um consenso definitivo com Teerão dentro do prazo estabelecido de 60 dias, reservados para negociar o programa nuclear iraniano, entre outros pontos.
“O prazo é de cerca de 60 dias. Penso que será cumprido mais ou menos conforme previsto. Ambas as partes têm estado envolvidas no processo. Penso que querem chegar a um acordo. O Irão quer fazê-lo. Precisa de regressar à atividade normal”, afirmou ainda.
Ainda assim, acredita que “vai ser bem rápido”, visto que Teerão “quer concluir isso”.
“Eles precisam de voltar aos negócios, e o relacionamento agora está normalizado, então acho que tudo vai acontecer muito rapidamente”, assumiu Trump, admitindo que “poderia ser mais rápido, poderia demorar mais também, mas poderia ser rápido”.
Segundo o presidente dos EUA “é muito simples”: “É isto que diz: o Irão nunca terá uma arma nuclear". E sublinhou que isso representava “cerca de 99,9%” do que exige, “porque não podia permitir” tal avanço por parte do regime iraniano.
Trump deixou também claro que a sua administração não concordou em gastar 300 mil milhões de dólares (cerca de 258 mil milhões de euros ao câmbio atual) no Irão como parte de um eventual acordo bilateral.
“Nunca pensei em enviá-lo” ao Congresso, disse inicialmente quando questionado sobre o assunto à margem da cimeira do bloco das sete maiores economias mundiais (G7) em Evian, leste de França. “Mas vou enviá-lo ao Congresso. Gosto dessa ideia”.
E dirigindo-se aos jornalistas presentes, deixou a questão: “Afinal, quem não o aprovaria?”
A ausência de detalhes sobre o memorando de entendimento com Teerão levou a um escrutínio bipartidário no Capitólio sobre o que o acordo pode conter e quão favoráveis são os termos para os EUA. Os republicanos no Capitólio querem que Trump forneça mais informações, e alguns expressam ceticismo quanto à capacidade do acordo de dissuadir o Irão de desenvolver armas nucleares.
Questionado sobre o texto, já assinado eletronicamente e que será formalizado durante uma cerimónia na sexta-feira na estância alpina de Bürgenstock, perto de Lucerna, o líder norte-americano prometeu novamente torná-lo público.
“Não vou apenas publicá-lo, vou certamente dar uma conferência de imprensa e lê-lo até à vírgula para ter a certeza de que a imprensa o cobre corretamente”, esclareceu.
Trump já tinha indicado que pretendia esperar até depois da cerimónia de assinatura na sexta-feira para publicar o texto. E quanto a um acordo final de paz, considerou viável chegar a um consenso definitivo com Teerão dentro do prazo estabelecido de 60 dias, reservados para negociar o programa nuclear iraniano, entre outros pontos.
“O prazo é de cerca de 60 dias. Penso que será cumprido mais ou menos conforme previsto. Ambas as partes têm estado envolvidas no processo. Penso que querem chegar a um acordo. O Irão quer fazê-lo. Precisa de regressar à atividade normal”, afirmou ainda.
Ainda assim, acredita que “vai ser bem rápido”, visto que Teerão “quer concluir isso”.
“Eles precisam de voltar aos negócios, e o relacionamento agora está normalizado, então acho que tudo vai acontecer muito rapidamente”, assumiu Trump, admitindo que “poderia ser mais rápido, poderia demorar mais também, mas poderia ser rápido”.
Segundo o presidente dos EUA “é muito simples”: “É isto que diz: o Irão nunca terá uma arma nuclear". E sublinhou que isso representava “cerca de 99,9%” do que exige, “porque não podia permitir” tal avanço por parte do regime iraniano.
Trump deixou também claro que a sua administração não concordou em gastar 300 mil milhões de dólares (cerca de 258 mil milhões de euros ao câmbio atual) no Irão como parte de um eventual acordo bilateral.
“Não temos qualquer obrigação”, afirmou, salientando que o acordo assinado os autoriza “a avançar e a investir, caso o desejem no futuro”.
C/agências