Mundo
Reino Unido. Theresa May quer proibir venda de bebidas energéticas a crianças
O governo britânico pretende proibir a venda de Red Bull, Monster Energy e outras bebidas energéticas a crianças em Inglaterra. O impacto da cafeína e o elevado teor de açúcar nas bebidas são as razões apontadas para a restrição da venda.
Na quinta-feira, Theresa May vai ter uma reunião com o Governo sobre a estratégia de combate à obesidade infantil. O principal objetivo é determinar se as restrições de compra de refrigerantes serão aplicadas aos 16 ou 18 anos.
A primeira-ministra britânica disse que é importante examinar o consumo de bebidas energéticas, uma vez que “muitas das vezes são vendidas a preços inferiores aos refrigerantes”.
A principal justificação para a proibição das bebidas é o alto teor de cafeína, que tem sido associado a problemas de saúde, como dores de cabeça e estômago, hiperatividade e insónias.
De acordo com o The Guardian, uma lata de Red Bull contém cerca de 80mg de cafeína – aproximadamente um chávena de café – três vezes mais do que uma lata de coca-cola. A Monster Energy de 500ml contém 160mg de cafeína – equivalente a duas chávenas de café.
De acordo com a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, dois terços dos jovens com idades entre os 10 e 16 anos consomem bebidas energéticas regularmente.
A primeira-ministra britânica disse que é importante examinar o consumo de bebidas energéticas, uma vez que “muitas das vezes são vendidas a preços inferiores aos refrigerantes”.
A principal justificação para a proibição das bebidas é o alto teor de cafeína, que tem sido associado a problemas de saúde, como dores de cabeça e estômago, hiperatividade e insónias.
De acordo com o The Guardian, uma lata de Red Bull contém cerca de 80mg de cafeína – aproximadamente um chávena de café – três vezes mais do que uma lata de coca-cola. A Monster Energy de 500ml contém 160mg de cafeína – equivalente a duas chávenas de café.
As bebidas energéticas têm, por vezes, níveis de açúcar mais altos do que os refrigerantes.
Segundo dados do Governo, as bebidas energéticas açucaradas têm 60 por cento de calorias e 65 por cento de açúcar a mais que os refrigerantes normais. O açúcar é uma das maiores causas da obesidade infantil.
O chef de cozinha, Jamie Oliver, defensor do uso de alimentos naturais e orgânicos, disse ao jornal britânico que aprecia a possível proibição de vendas de bebidas energéticas porque “muitas crianças bebem-nas em substituição ao café”.
Em março, algumas cadeias de supermercados proibiram a venda de bebidas energéticas a menores de 16 anos, passando a exigir a apresentação da identificação para comprovar a idade.
“Não há evidências de que as bebidas energéticas tenham algum valor nutricional”
O ministro da Saúde Pública, Steve Brine reclamou com o facto de, em alguns pontos de venda, ser possível “comprar quatro latas de 250ml de bebidas energéticas por uma libra”.
As crianças e os adolescentes consomem mais bebidas do que os adultos, embora as indicações do rótulo digam que não é recomendado a crianças: “Alto teor de cafeína. Não recomendado a crianças, mulheres grávidas ou a amamentar”.
Dois terços das crianças com idades entre os 10 e 17 anos e um quarto das crianças entre seis e nove anos consomem bebidas energéticas, informou o Governo.
Russel Viner, presidente Royal College of Pediatrics and Child Health alerta que “não há evidências de que as bebidas energéticas tenham algum valor nutricional”.
Acrescentou que é importante o Governo tomar medidas de combate à obesidade infantil para melhorar a saúde das crianças.
A proibição aplica-se ao Reino Unido, mas a Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte podem seguir a mesma prática.
Os dados de consumo da Mintel – empresa de pesquisas de mercado – revelam que o Reino Unido é o maior mercado de bebidas energéticas. No escalão etário dos 16 aos 24 anos de idade, os números revelam que quase seis em cada dez (58 por cento) raparigas consomem estas bebidas. Entre os rapazes, o valor sobe para os 63 por cento.
Segundo dados do Governo, as bebidas energéticas açucaradas têm 60 por cento de calorias e 65 por cento de açúcar a mais que os refrigerantes normais. O açúcar é uma das maiores causas da obesidade infantil.
O chef de cozinha, Jamie Oliver, defensor do uso de alimentos naturais e orgânicos, disse ao jornal britânico que aprecia a possível proibição de vendas de bebidas energéticas porque “muitas crianças bebem-nas em substituição ao café”.
Em março, algumas cadeias de supermercados proibiram a venda de bebidas energéticas a menores de 16 anos, passando a exigir a apresentação da identificação para comprovar a idade.
“Não há evidências de que as bebidas energéticas tenham algum valor nutricional”
O ministro da Saúde Pública, Steve Brine reclamou com o facto de, em alguns pontos de venda, ser possível “comprar quatro latas de 250ml de bebidas energéticas por uma libra”.
As crianças e os adolescentes consomem mais bebidas do que os adultos, embora as indicações do rótulo digam que não é recomendado a crianças: “Alto teor de cafeína. Não recomendado a crianças, mulheres grávidas ou a amamentar”.
Dois terços das crianças com idades entre os 10 e 17 anos e um quarto das crianças entre seis e nove anos consomem bebidas energéticas, informou o Governo.
Russel Viner, presidente Royal College of Pediatrics and Child Health alerta que “não há evidências de que as bebidas energéticas tenham algum valor nutricional”.
Acrescentou que é importante o Governo tomar medidas de combate à obesidade infantil para melhorar a saúde das crianças.
A proibição aplica-se ao Reino Unido, mas a Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte podem seguir a mesma prática.
Os dados de consumo da Mintel – empresa de pesquisas de mercado – revelam que o Reino Unido é o maior mercado de bebidas energéticas. No escalão etário dos 16 aos 24 anos de idade, os números revelam que quase seis em cada dez (58 por cento) raparigas consomem estas bebidas. Entre os rapazes, o valor sobe para os 63 por cento.
De acordo com a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, dois terços dos jovens com idades entre os 10 e 16 anos consomem bebidas energéticas regularmente.