Mundo
Relâmpagos terão causado incêndio no Golfo do México
A empresa estatal Petróleos Mexicanos (PEMEX) revelou que a fuga de gás e o incêndio numa instalação no Golfo do México na sexta-feira foram causados por relâmpagos.
"De acordo com os boletins meteorológicos, no dia 2 de julho houve uma trovoada com fortes chuvas na área das plataformas do ativo Ku, o que levou a uma avaria no funcionamento do equipamento de turbocompressão a gás, bombeamento pneumático necessário para a produção dos poços", disse a companhia petrolífera estatal em comunicado.
Também foi detetada uma fuga num gasoduto de bombeamento que alimenta os poços da plataforma. Depois o gás subiu à superfície e, devido a descargas elétricas e chuvas fortes o fogo deflagrou, indicaram.
Por outro lado, salientaram que não houve derramamento de petróleo e que "ações imediatas para controlar o incêndio que ocorreu à superfície do mar, evitaram danos ambientais".
A Pemex informou que iniciou o programa final de reparação da linha de bombagem pneumática afetada e que estão a ser realizadas análises para identificar a causa da fuga de gás no gasoduto.
O incidente gerou na semana passada críticas sobre a gestão da companhia petrolífera estatal e realçou os riscos da política energética do governo mexicano.
Há anos que a Pemex atravessa uma crise de produção e dívida, que ascende a 96.000 milhões de euros.
Também foi detetada uma fuga num gasoduto de bombeamento que alimenta os poços da plataforma. Depois o gás subiu à superfície e, devido a descargas elétricas e chuvas fortes o fogo deflagrou, indicaram.
Por outro lado, salientaram que não houve derramamento de petróleo e que "ações imediatas para controlar o incêndio que ocorreu à superfície do mar, evitaram danos ambientais".
A Pemex informou que iniciou o programa final de reparação da linha de bombagem pneumática afetada e que estão a ser realizadas análises para identificar a causa da fuga de gás no gasoduto.
O incidente gerou na semana passada críticas sobre a gestão da companhia petrolífera estatal e realçou os riscos da política energética do governo mexicano.
Há anos que a Pemex atravessa uma crise de produção e dívida, que ascende a 96.000 milhões de euros.