Mundo
Rombo na segurança de Obama derruba chefe do Serviço Secreto
Julia Pierson, até agora responsável pela agência que assegura a proteção de Barack Obama, abandonou o cargo após ter admitido importantes erros no dispositivo de segurança da Casa Branca. A chefe do Serviço Secreto demitiu-se depois de ter reconhecido aquelas falhas, na passada terça-feira, diante de uma comissão de inquérito do Congresso.
Em causa está a intrusão registada há duas semanas, quando um veterano da guerra no Iraque, armado com uma faca, conseguiu saltar a vedação da residência oficial do Presidente dos Estados Unidos, entrando numa das salas reservadas do edifício.
Desde aquele acontecimento, ocorrido a 19 de setembro, a imprensa norte-americana revelou novas falhas de segurança: um disparo contra a janela da sala de estar da família Obama e a intrusão de um homem armado com antecedentes criminais num elevador junto ao Presidente norte-americano.
Serviço Secreto não contou nada a Obama
O próprio Barack Obama só soube o que lhe aconteceu ao mesmo tempo que o resto do país, já que a chefe do Serviço Secreto não lhe contou nada sobre esta quebra de protocolo de segurança.
De acordo com o jornal The New York Times, Josh Earnest, secretário de imprensa da Casa Branca, disse que a demora de Pierson em comunicar as brechas ao Presidente foi crucial, já que havia ”relatórios recentes sobre a atuação da agência”, o que levou Obama a concluir que o Serviço Secreto necessitava de nova liderança.
Depois de várias críticas, algumas delas de democratas, o caminho de Pierson estava traçado e, numa reunião que teve quarta-feira com Jeh C. Johnson, o secretário do departamento de Segurança Interna, pediu a demissão.

À direita da família Obama, Joseph Clancy, o novo diretor do Serviço Secreto
Ex-agente do Serviço Secreto é o novo diretor
Julia Pierson vai ser substituída interinamente pelo antigo número dois do serviço, Joseph Clancy, que trabalhava atualmente no sector privado.
Em comunicado, a Casa Branca disse que Clancy, ex-agente do Serviço Secreto, responsável pela divisão de proteção presidencial, seria o novo diretor interino.
O democrata Elias E. Cummings elogiou, no entanto, Julia Pierson, que não tinha sido a primeira escolha do Presidente Obama para liderar o Serviço Secreto, dizendo que foi a melhor decisão. Mas adiantou que era necessário haver mais mudanças. O que pode significar mais demissões.
Desde aquele acontecimento, ocorrido a 19 de setembro, a imprensa norte-americana revelou novas falhas de segurança: um disparo contra a janela da sala de estar da família Obama e a intrusão de um homem armado com antecedentes criminais num elevador junto ao Presidente norte-americano.
Serviço Secreto não contou nada a Obama
O próprio Barack Obama só soube o que lhe aconteceu ao mesmo tempo que o resto do país, já que a chefe do Serviço Secreto não lhe contou nada sobre esta quebra de protocolo de segurança.
De acordo com o jornal The New York Times, Josh Earnest, secretário de imprensa da Casa Branca, disse que a demora de Pierson em comunicar as brechas ao Presidente foi crucial, já que havia ”relatórios recentes sobre a atuação da agência”, o que levou Obama a concluir que o Serviço Secreto necessitava de nova liderança.
Depois de várias críticas, algumas delas de democratas, o caminho de Pierson estava traçado e, numa reunião que teve quarta-feira com Jeh C. Johnson, o secretário do departamento de Segurança Interna, pediu a demissão.
À direita da família Obama, Joseph Clancy, o novo diretor do Serviço Secreto
Ex-agente do Serviço Secreto é o novo diretor
Julia Pierson vai ser substituída interinamente pelo antigo número dois do serviço, Joseph Clancy, que trabalhava atualmente no sector privado.
Em comunicado, a Casa Branca disse que Clancy, ex-agente do Serviço Secreto, responsável pela divisão de proteção presidencial, seria o novo diretor interino.
O democrata Elias E. Cummings elogiou, no entanto, Julia Pierson, que não tinha sido a primeira escolha do Presidente Obama para liderar o Serviço Secreto, dizendo que foi a melhor decisão. Mas adiantou que era necessário haver mais mudanças. O que pode significar mais demissões.