Mundo
Guerra na Ucrânia
Rússia diz estar a preparar "ataques massivos" contra a infraestrutura energética ucraniana
A Rússia anunciou este domingo que está a preparar "ataques massivos" contra "instalações do setor energético" na Ucrânia, em resposta aos ataques às infraestruturas civis e ao setor energético da Rússia.
"As forças armadas russas começaram a preparar ataques maciços contra instalações do setor energético da Ucrânia em resposta aos ataques contínuos do regime de Kiev contra infraestruturas civis e o complexo petrolífero e energético da Rússia", declarou o Ministério russo da Defesa no Telegram.
A Ucrânia anunciou, este domingo, que atacou uma refinaria de petróleo na região de Leninegrado, na Rússia, e uma base aérea militar na região de Krasnodar durante a noite. O ataque à refinaria provocou um incêndio.
A Rússia e a Ucrânia estão envolvidas há vários meses numa escalada de ataques de longo alcance contra um número crescente de instalações de infraestruturas civis, como armazéns, empresas, instalações petrolíferas e portuárias e navios.
No sábado, um ataque aéreo russo a um depósito de munições nos arredores de Kiev provocou uma enorme explosão, matando pelo menos 38 pessoas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse no Telegram que as equipas de resgate conseguiram extinguir a maior parte dos incêndios e que estavam em curso buscas por quatro pessoas que continuam desaparecidas.
A Rússia lançou, na última semana, quase 2.000 drones de ataque, mais de 1.600 bombas aéreas e 31 mísseis, incluindo mísseis balísticos norte-coreanos, disse Zelensky.
"Estamos à procura de respostas justas para cada ataque e crime russo. Elas certamente virão", afirmou.
Na sexta-feira, Zelensky pediu na sexta-feira à indústria de defesa que acelerasse a produção de armamento para aumentar o lançamento de drones contra alvos na Rússia de 300 para mil por dia.
As negociações para um cessar-fogo estão paralisadas desde que os Estados Unidos se envolveram na guerra contra o Irão, após a ofensiva que lançaram em conjunto com Israel em 28 de fevereiro.
Ucranianos e russos mantêm contactos apenas para troca de prisioneiros de guerra e de corpos de soldados.
c/agências
A Ucrânia anunciou, este domingo, que atacou uma refinaria de petróleo na região de Leninegrado, na Rússia, e uma base aérea militar na região de Krasnodar durante a noite. O ataque à refinaria provocou um incêndio.
A Rússia e a Ucrânia estão envolvidas há vários meses numa escalada de ataques de longo alcance contra um número crescente de instalações de infraestruturas civis, como armazéns, empresas, instalações petrolíferas e portuárias e navios.
No sábado, um ataque aéreo russo a um depósito de munições nos arredores de Kiev provocou uma enorme explosão, matando pelo menos 38 pessoas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse no Telegram que as equipas de resgate conseguiram extinguir a maior parte dos incêndios e que estavam em curso buscas por quatro pessoas que continuam desaparecidas.
A Rússia lançou, na última semana, quase 2.000 drones de ataque, mais de 1.600 bombas aéreas e 31 mísseis, incluindo mísseis balísticos norte-coreanos, disse Zelensky.
"Estamos à procura de respostas justas para cada ataque e crime russo. Elas certamente virão", afirmou.
Na sexta-feira, Zelensky pediu na sexta-feira à indústria de defesa que acelerasse a produção de armamento para aumentar o lançamento de drones contra alvos na Rússia de 300 para mil por dia.
As negociações para um cessar-fogo estão paralisadas desde que os Estados Unidos se envolveram na guerra contra o Irão, após a ofensiva que lançaram em conjunto com Israel em 28 de fevereiro.
Ucranianos e russos mantêm contactos apenas para troca de prisioneiros de guerra e de corpos de soldados.
c/agências