Mundo
Saddam Hussein condenado à pena de morte por enforcamento
O supremo tribunal iraquiano condenou hoje Saddam Hussein à pena de morte por enforcamento, por crimes contra a humanidade.
Também Barzan Ibrahim al-Tikriti, um dos meios irmãos de Saddam Hussein, foi condenado à pena de morte por enforcamento pela execução de 148 camponeses chiitas em Doujal nos anos 1980.
O tribunal especial que julga Saddam Hussein e sete dos seus colaboradores condenou ainda à pena de morte por enforcamento Awad Hamad al Bandar, que era o chefe do tribunal revolucionário que em 1982 condenou à morte os 148 chiitas, por terem participado num atentado frustrado contra Saddam Hussein.
O antigo vice-presidente iraquiano, Taha Yassine Ramadan, foi condenado à prisão perpétua pelo caso Doujal.
O procurador geral tinha pedido a pena de morte para este arguido, capturado em Agosto de 2003 pelos combatentes curdos em Mossul e entregue às tropas americanas.
A sessão do Alto Tribunal Penal iraquiano teve início às 11:25 em Bagdad (08:25 em Lisboa) no sector fortificado da Zona Verde.
A capital iraquiana foi cortada do mundo e sujeita a um recolher obrigatório excepcional.
As ruas de Bagdad encontram-se desertas, sem peões nem circulação automóvel, em aplicação do recolher obrigatório decretado por razões de segurança num dia em que o Iraque e o mundo estão suspensos na expectativa do destino do antigo ditador.
Mas em Sadr City, um bairro dos arredores da capital e bastião das milícias de Moqtada Sadr, o líder xiita radical que se opõe à ocupação norte-americana, o recolher obrigatório está a ser ignorado, com as ruas animadas e os veículos a circularem normalmente, segundo relatam as agências.
Saddam Hussein, que dirigiu o país com mão de ferro de 1979 até à sua queda em Março de 2003, e sete antigos responsáveis do seu regime, estão a ser julgados pelo massacre de 148 aldeões xiitas da localidade de Doujail, mortos em represálias após um atentado falhado contra o ex-presidente em 1982.
O governo instaurou hoje o recolher obrigatório na capital e em duas províncias, colocou o exército em estado de alerta e fechou o aeroporto internacional "até à nova ordem", enquanto é aguardado o veredicto do Alto Tribunal Penal iraquiano, instalado no bairro fortificado da Zona Verde em Bagdad.
"Queremos ter a certeza de que a segurança do povo iraquiano não seja ameaçada pelos partidários de Saddam neste domingo, dia histórico", declarou Bass am Ridha, conselheiro do primeiro-ministro Nuri al-Maliki.
O tribunal especial que julga Saddam Hussein e sete dos seus colaboradores condenou ainda à pena de morte por enforcamento Awad Hamad al Bandar, que era o chefe do tribunal revolucionário que em 1982 condenou à morte os 148 chiitas, por terem participado num atentado frustrado contra Saddam Hussein.
O antigo vice-presidente iraquiano, Taha Yassine Ramadan, foi condenado à prisão perpétua pelo caso Doujal.
O procurador geral tinha pedido a pena de morte para este arguido, capturado em Agosto de 2003 pelos combatentes curdos em Mossul e entregue às tropas americanas.
A sessão do Alto Tribunal Penal iraquiano teve início às 11:25 em Bagdad (08:25 em Lisboa) no sector fortificado da Zona Verde.
A capital iraquiana foi cortada do mundo e sujeita a um recolher obrigatório excepcional.
As ruas de Bagdad encontram-se desertas, sem peões nem circulação automóvel, em aplicação do recolher obrigatório decretado por razões de segurança num dia em que o Iraque e o mundo estão suspensos na expectativa do destino do antigo ditador.
Mas em Sadr City, um bairro dos arredores da capital e bastião das milícias de Moqtada Sadr, o líder xiita radical que se opõe à ocupação norte-americana, o recolher obrigatório está a ser ignorado, com as ruas animadas e os veículos a circularem normalmente, segundo relatam as agências.
Saddam Hussein, que dirigiu o país com mão de ferro de 1979 até à sua queda em Março de 2003, e sete antigos responsáveis do seu regime, estão a ser julgados pelo massacre de 148 aldeões xiitas da localidade de Doujail, mortos em represálias após um atentado falhado contra o ex-presidente em 1982.
O governo instaurou hoje o recolher obrigatório na capital e em duas províncias, colocou o exército em estado de alerta e fechou o aeroporto internacional "até à nova ordem", enquanto é aguardado o veredicto do Alto Tribunal Penal iraquiano, instalado no bairro fortificado da Zona Verde em Bagdad.
"Queremos ter a certeza de que a segurança do povo iraquiano não seja ameaçada pelos partidários de Saddam neste domingo, dia histórico", declarou Bass am Ridha, conselheiro do primeiro-ministro Nuri al-Maliki.